Boletim Mineiro de História

Boletim atualizado todas as quartas-feiras, objetiva trazer temas para discussão, informar sobre concursos, publicações de livros e revistas. Aceita-se contribuições, desde que versem sobre temas históricos. É um espaço plural, aberto a todas as opiniões desde que não contenham discriminações, racismo ou incitamentos ilegais. Os artigos assinados são de responsabilidade única de seus autores e não refletem o pensamento do autor do Boletim.

14.5.08

Número 139





EDITORIAL

Ontem, dia 13 de maio, tivemos a ingrata noticia da renúncia da ministra Marina Silva. Posso estar enganado, mas creio que essa noticia demorou muito. Já não é de hoje que vemos a ministra vivendo algumas “saias-justas” por conta de suas divergências com os ministros da área econômica e da Casa Civil. Sua saída, no momento em que temos o problema gravíssimo em Roraima e em que os números do desmatamento na Amazônia surpreendem, não é, evidentemente, uma boa noticia, a não ser para os empresários interessados em devastar cada vez mais aquela região. Veja-se, por exemplo, o que disse o deputado Homero Pereira, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso: Espero que quem assumir estabeleça um diálogo. Diálogo com quem, cara pálida? Com os produtores de etanol que querem ocupar áreas da Amazônia? Lucro imediato e sem pensar no futuro?
Voz única? Não... veja o que se pôde ler ontem no portal do Bol:

"Espero que o próximo ministro não seja tão radical quanto a Marina. Ela era uma barreira para o desenvolvimento econômico do Brasil"Rui Prado - presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do MT

"As propostas que apresentávamos, os problemas como área legal, ela fazia ouvidos moucos. Acredito que o bom senso agora deve prevalecer. O meio ambiente é uma ciência e não deve ser tratado ideologicamente. Ideologia é inimiga do meio ambiente"Alberto Lupion - agropecuarista e empresário

Segundo o jornal argentino Pagina/12, apesar de as razões oficiais não terem sido informadas, acredita-se que Marina Silva tenha deixado o cargo por conta de divergências com outros ministros "que apóiam incêndios florestais, a construção de usinas hidrelétricas e a produção de álcool no pulmão do mundo".

Por último, não se deve esquecer que a ministra Marina Silva recebeu, no ano passado, o maior prêmio das Nações Unidas na área ambiental, o Champions of the Earth (Campeões da Terra). A ministra foi uma das sete personalidades premiadas.

Uma perda, sem dúvida. E mais um ponto negativo para o governo Lula.

2. Maio é um mês de muita reflexão. Abolição da escravidão no Brasil e os ecos do Maio de 1968 ainda são temas candentes. Eles estão presentes neste número do Boletim. A Abolição, na seção seguinte, com a nossa colaboradora Cristina Moreno de Castro. Maio de 1968 na seção Falando de História. Ali, inclusive, postei uma noticia enviada pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, que prestará uma homenagem a diversas pessoas que, de uma forma ou de outra, participaram daquelas jornadas. Inclusive a família fica honrada pela homenagem que será prestada ao nosso irmão, Pe. Henrique.

3. Moradores de BH, não se esqueçam....a primeira bienal do Livro começa amanhã no Expominas. Vamos prestigiar o evento, que já é tradicional em outras capitais, atraindo sempre um grande público.

4. Semana que vem o boletim não será publicado...afinal, também mereço pelo menos uma semana de férias. Retornamos dia 28!

COLABORADORES

Escravos do racismo
Cristina Moreno de Castro, do Tamos com Raiva

Há exatamente 120 anos, também num 13 de maio, em 1888, foi assinada a Lei Áurea – um marco da conquista dos negros no Brasil. Uma das leis mais curtas já feitas no país, com apenas dois artigos, ela estabelecia que:
Art. 1º É declarada extinta desde a data desta Lei a escravidão no Brasil;
Art. 2º Revogam-se as disposições em contrário.
O que a gente aprende na escola lembra um pouco os contos de fadas que líamos na infância: uma linda princesa chamada Isabel, aproveitando a ausência de seu pai, assina uma lei que viria a libertar milhões de negros da escravidão.
Só que, de acordo com historiadores mais recentes, não foi bem assim.
A prática da alforria já vinha se fortalecendo desde pelo menos 1850, quando outra lei, mais importante, impediu o tráfico de escravos. O movimento abolicionista crescia, a pressão de toda a sociedade – inclusive dos próprios negros – aumentava junto, muitas das alforrias foram compradas pelos escravos.
A lei Áurea foi, sim, importante, mas não foi definidora de uma ação. Foi, antes, o reflexo de um movimento social mais amplo, que já estava em seu limite. Segundo estimativas da capitania de Minas Gerais – que, à época, em pleno circuito do ouro, era a mais populosa, mais rica e importante do país –, havia 130 mil forros e descendentes de primeira geração de ex-escravos, 110 mil escravos e 80 mil brancos. O negro teve um papel fundamental em sua própria libertação, tanto nessa época como em todos os movimentos que vieram antes e viriam a seguir.
Excluir os negros de sua luta pela liberdade, colocando-os na História como figuras passivas, à mercê de uma princesa feiosa, faz parte do preconceito que perdura até os dias de hoje.
Na escola, nos ensinaram que, libertados da função de escravos, os negros ficaram desestruturados e desprotegidos, invadiram cortiços, formaram favelas – que explicariam sua posição de minoria política até hoje.
Mas, para os novos historiadores, eles já estavam integrados à sociedade, partícipes ativos de um movimento social amplo, desde muito tempo. Quando veio a lei Áurea, eram pobres, pois sim. Mas eram politicamente engajados, tinham apoio uns dos outros para adquirir a alforria, eram integrados social e culturalmente. O que os teria impedido de prosperar, como os brancos pobres, de ter participação ativa na nova República que viria a partir de 1889?
Só o racismo.
Não é à toa que a lei da época impedia que ex-escravos votassem. Eles não tinham vez nem voz. Mesmo quando foram liberados para votar, em 1934, eram sutilmente impedidos de participar na política por meio de vias tortas. É que, na época da lei Áurea, quase 100% dos negros eram analfabetos. E os analfabetos só puderam votar a partir da nova Constituição, de 1988. Ou seja, exatamente cem anos depois da lei Áurea.
O resultado é o seguinte:
- De cada dez brasileiros pobres, seis são negros;
- A mortalidade infantil é 60 por cento superior entre as crianças negras;
- Uma negra, pobre, nordestina, moradora da área rural ganha, hoje, em média, um terço do que ganha um cidadão branco;
- No Brasil, os negros são quase três vezes mais atingidos pela insegurança alimentar do que os brancos;
- Entre os 10% mais ricos apenas 18% são negros (pardos ou pretos). Já na parcela dos 10% mais pobres, 71% são negros;
- 19% dos negros e 11% dos pardos ou mulatos já se sentiram discriminados por causa da cor em alguma situação relacionada ao trabalho;
- 37% dos negros e 25% dos pardos ou mulatos afirmam que se sentiram discriminados ao procurar por trabalho, e citam a rejeição pura e simples, o fato de a vaga ser destinada a pessoas de uma determinada cor e a obrigatoriedade de declarar a cor no momento de preenchimento de ficha;
- 24% dos pardos e mulatos e 14% dos negros afirmam ter sido vítimas de piadas ou insultos no trabalho em virtude da cor;
- 9% dos negros foram acusados de roubo ou reclamam de serem vistos como ladrões;
- 13% dos negros não se sentem ou sentiram aceitos no grupo ou turma de trabalho;
- Os negros, que têm rendimentos, em média, de R$ 390,90, recebem em média 46% a menos do que os brancos, que ganham, em média, R$ 718,50 por mês. Já os pardos (rendimento médio de R$ 441,50) ganham 39% a menos do que os brancos. Essa diferença é verificada em todos os segmentos passíveis de análise, sem que importe a ocupação, o setor de atividade, a escolaridade ou as horas trabalhadas: os brancos ganham sempre mais do que negros e pardos;
- Apenas 3,5% dos executivos das maiores empresas brasileiras são negros. As negras não chegam a 0,5%. Mas a população brasileira tem 49,5% de negros...
Apesar de todos esses dados – e muitos outros –, ainda tem gente com coragem de dizer que não há racismo no Brasil. Ele é velado, no país do Carnaval. Nos Estados Unidos, onde ele era explícito e, até 1960, os negros não podiam votar por lei (além de ter que ceder o banco do ônibus para os brancos e tudo o mais), só agora um candidato negro terá reais chances de chegar à presidência. E justo ele, Barack Obama, não se comporta como um defensor da igualdade racial, mas como um político "universalista".
Mas já será um avanço. Uma profecia de Monteiro Lobato, autor de "O Presidente Negro", que poderá se concretizar muito antes do previsto pelo romancista para o ano de 2228. Mas, ainda, 120 anos depois do fim legal da escravidão no Brasil.

E aqui, quando teremos nosso presidente negro e iguais oportunidades para coloridos e desbotados?

FALANDO DE HISTORIA

Do site www.cartamaior.com.br
AS MARCAS DE UMA UTOPIA
1968(2): O confronto inevitável.
O ano de 1968 foi o ano em que se catalisou uma transformação no sentido do amor, no Brasil e no mundo, como analisei no primeiro artigo desta série. Mas foi também um ano de combates, nas ruas, nas praças, nos corações e mentes. Nestes e nestas, vencemos. Naqueles e naquelas, terminamos derrotados.
Flávio Aguiar

Entre as recordações do ano de 1968, uma enche meus ouvidos. É o que chamo, falto de outra metáfora, de um “ruído molhado”. É um ruído contínuo, sem altos nem baixos, só contínuo, entrecortado por outros, de gritos, imprecações, palavrões e outras rimas sem solução. Era o ruído de cassetetes batendo em gentes, e ele sempre vinha chegando mais perto, perto, até que se rompiam as fileiras à frente e tínhamos de correr do tropel de brigadianos (os policiais militares do sul) que vinham atrás de nós.
Como descrever essa contínua cena que, de 1965 a 1968, tomou conta das praças e ruas do país e do mundo. Era um ritual, sem dúvida. Talvez o ritual da “palavra honrada”. Porque íamos para as passeatas e manifestações sabendo o que ia acontecer. Mais cedo ou mais tarde a polícia irromperia, para retomar e fechar o espaço público, já que este era o ideal do golpe de 1964, a auto proclamada Revolução Irreversível que queria construir o paradoxo da República sem Povo. Mas ainda assim marchávamos, como rebanho de heróis para o matadouro.
Tivemos poucas vitórias, muitas derrotas. Naquela Porto Alegre onde crescíamos, e éramos estudantes e professores ao mesmo tempo, só me lembro de uma como realmente inesquecível: um companheiro, cujo nome nem hoje vou revelar, pôs um brigadiano abaixo de seu cavalo com certeiro abacataço, com fruta colhida numa quitanda ao léu. De resto gritávamos, corríamos e apanhávamos muito, muitos eram presos, alguns ficavam para o rescaldo posterior. Houve braços quebrados, costelas partidas, hematomas generalizados. Em Porto Alegre poucas vezes as armas de fogo foram utilizadas. Noutras partes do país, foi pior: houve tiroteios, e as vítimas eram sempre do nosso lado.
Em outras partes do mundo houve confrontos trágicos. Na França, é verdade, a polícia jamais teve autorização para usar armas de fogo. Mas no México elas entoaram sua matraca (outro som) sobre os estudantes na Praça de Tlateloco, matando muitos e ferindo mais. No ano seguinte, nos Estados Unidos, a Guarda Nacional disparou sem provocação contra estudantes que protestavam contra a Guerra do Vietnã em Kent, Ohio, matando três e ferindo outros. No Rio, em S. Paulo, em Recife e outras cidades houve mortes nos confrontos. E na surdez dos porões preparava-se o festival de gritos e torturas que emudeceria o país durante os anos seguintes.
Aquele ruído “molhado” a que me referi tinha sua razão de ser. Até 1967 a repressão maior era feita pela “Polícia de Choque”, um batalhão especializado que, junto com guardas da polícia civil, usava cassetetes de borracha, curtos e que deixavam vergões, mas não abriam a pele. A partir de 1967 a repressão modernizou-se! Com apoio de agências norte-americanas, os policiais e militares brasileiros passaram a aprender técnicas mais sofisticadas de tortura, além das tradicionais porradas, queimaduras com ponta de cigarro, telefones (golpes de mão espalmada em ambas as orelhas), choques elétricos com a maricota (pequeno gerador capaz de produzir choques de até 220 volts). Em aulas dadas em quartéis e outras dependências militares, aprenderiam a dar choques elétricos nas gengivas e outras partes sensíveis do corpo, como o sexo, o ânus, a planta dos pés, os lóbulos das orelhas, quando a corrente elétrica atravessa a cabeça da vítima. A grande contribuição nacional para este festival de civilização parece ter sido o pau-de-arara, de largo uso desde a escravidão, que foi amplamente utilizado pelos pára-quedistas franceses na Argélia, e que não poucas vezes provocou a morte das vítimas pela falta de circulação sanguínea nas pernas, que provocava gangrena.
Essa modernização chegou às ruas e praças. Os cassetetes de borracha foram substituídos por cassetetes de madeira, longos, e os policiais ganharam escudos de plástico transparente, além de máscaras anti-gás que lhes permitia navegarem por entre os rolos de fumaça que suas bombas lacrimogêneas levantavam. Ao invés dos batalhões de choque a polícia militar derramava hordas e hordas de recrutas mal treinados sim, mas treinados para bater e escorraçar os estudantes, os trabalhadores e o povo em geral das ruas e das praças.
Em 1967 houve o último confronto entre os diferentes cassetetes. Numa manifestação em que na Praça da Matriz, em Porto Alegre, os estudantes corremos em direção ao Palácio do Governo, os cassetetes de borracha que, curtos, convidavam à proximidade do confronto pessoal, se provaram insuficientes para conter a correria. Só as longas espadeiradas dos de madeira contiveram os estudantes, e os confinaram dentro da Catedral Metropolitana, onde, perante a pusilanimidade oficial daquela Santa Madre Igreja, a pancadaria continuou. Dali para frente, só houve os longos cassetetes, os longos escudos, as longas baionetas, as cargas de cavalaria, as longas noites de espera por companheiros e companheiras que às vezes não voltavam. Alguns não voltaram até hoje.
Nós estudantes, procuramos algumas armas. Tirando o valente abacataço do colega anônimo, se provaram insuficientes. Contra os cavalos, usávamos bolinhas de gude e rolhas de cortiça. Mas Porto Alegre se modernizava. Muitas ruas tinham sido asfaltadas. No abaulado de seu leito, as bolinhas de gude deslizavam para a sarjeta. Nas ruas com paralelepípedos, as rolhas estancavam nos interstícios, e os cavalos nelas não escorregavam. E como se defender dos brutamontes que caíam sobre nós de cassetete em risco? Só correndo.
Após batalhas insanas, em que íamos para o confronto armados só de palavras, perdemos as praças e as ruas. A partir de outubro, as manifestações arrefeceram, caiu a maioria dos líderes, e elas por fim desapareceram de cena. Em seu lugar, cresciam as adesões à luta armada, de maior ousadia e que prometia algum tipo de resposta à altura da violência do regime.
Ganhamos pelo menos, aqueles que até hoje não desistimos, nossos corações e mentes. Fomos nos treinando para encarar a superioridade bélica do inimigo, e em todas as frentes, até nas simbólicas, como hoje temos que nos bater na imprensa e na mídia. Ganhamos o direito – que deve sempre ser usado com sobriedade – de nos olharmos nos espelhos e não fugirmos do rosto que vemos. Libertas quae sera tamen, como dizia o líder mineiro, na sua proverbial moderação.

2. Maio de 68 apontou para as mudanças exigidas pela humanidade

Daqui a exatamente 10 dias, 19 de maio, a Câmara Municipal prestará homenagem àqueles que foram protagonistas dos acontecimentos que transformaram o mundo a partir de então: “Maio de 68” , uma data simbólica, que, como diz o jornalista e escritor Zuenir Ventura, foi o ano que não terminou. Não terminou, mas deixou marcas que iluminaram o mundo todo daí pra frente, em todas as áreas, seja no comportamento, com as lutas pelos direitos das mulheres, pelos direitos civis, seja na luta operária ou pela liberdade de expressão, por uma nova cultura. “É proibido proibir”, diziam os “meia-oito” franceses que puseram abaixo o governo de Charles De Gaulle, após ininterruptas manifestações estudantis e greves operárias até então jamais vista naquele país.

No Brasil, os operários de Contagem fizeram a ditadura militar negociar pela primeira vez um reajuste salarial. O todo-poderoso ministro do Trabalho e coronel do Exército Jarbas Passarinho veio a Minas para intimidar os grevistas, mas não obteve sucesso. O movimento se alastrou em Contagem e aportou em Osasco, outro local de efervescência.

Em outro plano, Leila Diniz era o ícone da nova mulher que despontou nesse turbulento cenário. Irreverente, inteligente e liberada inclusive sexualmente, Leila assumiu a condição imposta por sua postura e tornou-se uma das mulheres que deixaram sua marca no processo de transformação das mulheres brasileiras no século passado.

O mundo mudou, com certeza, a partir de maio de 68, e o Brasil também. Com a lufada desses ventos renovadores, foram feitas as mudanças possíveis na estrutura das sociedade brasileira que hoje são perceptíveis.

Outros maios de 68 virão...


Maio de 68, quarenta anos depois
Reflexões e Homenagens


Maio de 68. As ruas de Paris são tomadas por estudantes, sindicalistas e intelectuais. Uma greve geral sem proporções até então implode na França e marca o rompimento com as velhas tradições políticas, sociais e culturais. Crítico, revolucionário e libertário, este movimento é o ponto alto de um ano em ebulição, cujos acontecimentos mudaram a história da humanidade: a Primavera de Praga, o assassinato de Martin Luther King, as contestações à Guerra do Vietnã, a contracultura, o movimento hippie. No Brasil, é o ano da morte do estudante Edson Luís, da greve em Contagem, do recrudescimento da Ditadura, com a edição do AI-5, época da Tropicália e dos movimentos de vanguarda nas artes plásticas, literatura e cinema.

Quatro décadas depois, quais os significados dos ideais políticos, sociais e culturais defendidos pelos que fizeram 1968? O que persiste e o que se perdeu nestas últimas décadas e quais as lições para o futuro?

Para refletir sobre essas questões e homenagear os que participaram da efervescência política e cultural daquela época é que a Câmara Municipal de Belo Horizonte realiza a sessão solene “Maio de 68, quarenta anos depois – Reflexões e Homenagens”.

A iniciativa, de autoria dos vereadores Neila Batista (PT) e Carlão Pereira (PT), acontece no dia 19 de maio de 2008, às 15h, no Plenário Amynthas de Barros (Câmara Municipal de BH – Av. dos Andradas, 3100 – Santa Efigênia). Ela constará de debate e homenagens a alguns daqueles que participaram das lutas libertárias e movimentos culturais daquela época.


HOMENAGEADOS

· Aluísio Marques
· Antônio Faria
· Antônio Ribeiro Romanelli
· Apolo Heringer
· Associação dos Metalúrgicos Aposentados de BH e Contagem
· Benito Barreto
· Dazinho - José Gomes Pimenta (in memoriam)
· Dídimo Paiva
· Edgar Villasort
· Élcio Reis
· Fernando Damata Pimentel
· Gisele Nogueira
· Guido Rocha (in memoriam)
· Guy de Almeida
· Inácio Hernandes
· Ione de Souza Grossi
· João Batista dos Mares Guia
· Jorge Raimundo Nahas
· José Maria Rabelo
· José Roberto Rezende (in memoriam)
· Maria Céres Pimenta Spínola Castro
· Márcio de Lacerda
· Michel Marie Le Ven
· Neco – Aluísio Rodrigues Coelho
· Nilmário Miranda
· Nilson dos Santos Batista
· Padre Piggi - Pe Luigi Bernareggi
· Paulo Rogêdo (in memoriam)
· Pe. Henrique de Moura Faria
· Sálvio Humberto Penna
· Santa – Márcio Augusto Santiago
· Tarcísio Ferreira
· Teotônio dos Santos
· Tilden Santiago
· Toninho Nahas
· Zezé Nahas – Maria José de Carvalho Nahas

Esta homenagem se estende a tantos outros que igualmente protagonizaram e participaram deste marcante episódio de nossa história e de seus desdobramentos, em especial em Minas.


BRASIL

Impunidade
Advogado da Comissão Pastoral da Terra (CPT) afirma que "nenhum novo fato foi acrescentado desde o primeiro julgamento realizado no último ano"

Leia no www.brasildefato.com.br


NUESTRA AMERICA

1. Movimentos para interromper as mudanças na América Latina


2. Os navios fantasmas da Quarta Frota
É o momento de amplificar o alerta de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz: "O anúncio da recriação da Quarta Frota norte-americana, destinada a realizar missões navais agressivas nas regiões do Caribe, América Central e América do Sul é uma grave ameaça à paz, à segurança e à soberania de todos os povos e nações da América Latina".
Gilson Caroni Filho
Ao anunciar a reativação da Quarta Frota, desativada há 58 anos, para “patrulhar os mares da América Latina", a marinha estadunidense encena, em versão farsesca, a sina do capitão magistralmente criado por Wilhelm Richard Wagner, em 1841.
A diferença é que se o “Holandês voador" navegava eternamente por conta de maldição que só um amor redimiria, o que move os militares norte-americanos - e seus "navios fantasmas" - é a necessidade de retomar o controle de uma região que, por décadas, foi seu quintal seguro.
A nova constelação governos latino-americanos que, assumindo posições contrárias às do governo dos Estados Unidos, opõe-se à concessão de bases para as forças militares do Império, é o mar revolto a ser vencido. Se o personagem wagneriano tinha em “Senta” sua possibilidade de redenção, ao governo americano resta apenas Uribe como promessa de rendição.
Convém atentar para o que disse Alejandro Sánchez, funcionário de organismo de investigação do governo Bush: "Nos últimos anos os Estados Unidos se concentraram no Iraque e Afeganistão. Agora estão tentando voltar para a América Latina". Nesse ponto, um breve retorno a 2003 é indispensável
O que movia o cenário internacional podia, sem riscos de reducionismo, ser descrito em poucas linhas. O maior império da história, governado por uma "junta" oriunda do segmento petrolífero, precisava desesperadamente invadir o Iraque, ex-aliado no Oriente Médio, para se apossar de uma reserva estimada em 112 bilhões de barris. Às voltas com um crescente déficit público e uma produção doméstica de combustível que correspondia a 50% do consumo interno, ao governo americano parecia não haver outra alternativa que não fosse o uso de sua inconteste supremacia militar.
Os objetivos eram claros: "ouro negro" e controle político do Oriente Médio. A barbárie se anunciava com o mais portentoso apoio midiático de que se tem conhecimento. Das páginas do Washington Post ao jornalismo de campanha da Fox o que se vislumbrava era a disfuncionalidade da ONU como instância de regulação internacional. Os editoriais eram a crônica de uma guerra inevitável.
Tendo chegado ao poder em eleições marcadas por fortes evidências de fraude, George W. Bush, apoiado pela direita fundamentalista americana, é a expressão acabada de uma superpotência que, enfraquecida como projeto hegemônico, busca manter a supremacia pela truculência bélica e a chantagem econômica. Unilateralismo na política externa e a elisão de direitos civis são as duas faces da mesma moeda.
A chamada Lei Patriota, que criou o Departamento de Segurança Interna, deu à nova agência poderes para monitorar desde a ficha médica aos e-mails de pessoas contrárias à política governamental. A CIA não tem mais qualquer restrição legal para assassinar, em qualquer país, indivíduos que possam ser classificados como terroristas.
Política expansionista e Estado policial são a marca distintiva dos Estados Unidos desde o fim da Guerra Fria. Ante-sala do horror contemporâneo, a cruzada americana teve em seu aparelho propagandístico o pânico interno como dispositivo para construção do consenso.
O papel dos órgãos de imprensa, a maior parte controlados por grandes corporações, foi decisivo para a empreitada da política imperialista americana. Legitimaram, como nunca, a aventura no Oriente Médio. Não agem diferente no recorte simbólico dado às principais lideranças latino-americanas.
Sua maior colaboração residiu, como ainda reside, na capacidade de transformar em evento o que é processo, tirando da história qualquer possibilidade de apreensão dialética. Operam em restrita lógica binária, usando, para potencializar sua eficácia , o que Ignacio Ramonet classificou como "fascínio pelo espetáculo do evento".
Enquanto os jornalões brasileiros dão pouco destaque à nova ameaça, as forças navais estadunidenses preparam-se para, a partir de 1º de julho, "supervisionar as tarefas de suas unidades na América Latina e no Caribe.”
É o momento de amplificar o alerta de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz:
"O anúncio da recriação da Quarta Frota norte-americana, destinada a realizar missões navais agressivas nas regiões do Caribe, América Central e América do Sul é uma grave ameaça à paz, à segurança e à soberania de todos os povos e nações da América Latina. Recentemente, ao respaldar a ação militar da Colômbia em território equatoriano, o governo estadunidense intentou dar vigência em nosso continente aos pressupostos da guerra preventiva, uma doutrina fascista a serviço do terrorismo de Estado". O que os Estados Unidos anunciam é o fomento à militarização do continente, a corrida armamentista e a ameaça nuclear.
Para lidar com isso, além da vontade política das forças progressistas da região, é necessário restabelecer a agenda de uma nova ordem informativa como possibilidade contra-hegemônica. Talvez devêssemos recuar à década de 80 para resgatar projetos que a onda neoliberal varreu do cenário acadêmico-político dos anos subseqüentes.
O mais caro, sem dúvida, seria a retomada das discussões em torno de uma Nova Ordem Informativa. Mesmo levando-se em conta a mudança radical da configuração geopolítica existente à época e o surgimento de novas meios de produção, difusão e intercâmbio de dados, a atualidade do relatório produzido, em 1980, pela Comissão Internacional para o Estudo dos Problemas da Comunicação (a Unesco sediou os debates) é inconteste. Como não deixar de referendar as palavras do presidente da comissão, Sean MacBride, no prólogo do relatório?
"Gostaria de parafrasear H. G. Wells e dizer que a história humana se transforma cada vez mais numa corrida entre a comunicação e a catástrofe. O emprego total da comunicação é vital para assegurar que a humanidade venha a ter mais história (...) do que nossos filhos tenham futuro" (Um mundo e muitas vozes)"
É uma agenda inadiável.
Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, e colaborador do Jornal do Brasil e Observatório da Imprensa.

INTERNACIONAL

1. Transnacionais de alimentos lucram com aumento da fome
Achielle LoboCom discurso que explora o fantasma do desemprego e a "falta de segurança" frente a chegada dos imigrantes, direita manipula humores dos setores populares. Leia em www.brasildefato.com.br

4. O dilema de Barack Obama
Seu discurso realça a luta por direitos para todos na era pós-industrial. Sua história de vida encarna a esperança de outra globalização possível. Suas posições estão bem à esquerda da média do Partido Democrata. Mas como ele enfrentará o desafio da disputa eleitoral, num país marcado pelo conservadorismo? Leia, por John Gerring e Joshua Yesnowitz
Nas bancas o fascículo 6 de A ditadura militar no Brasil.
Em foco, o governo Médici, no aspecto do “milagre econômico”. Acompanha este fascículo a capa dura para encadernar a coleção.

Nas bancas o numero 8 da revista Leituras da Historia.
Entrevista com Arthur Greenberg.
Artigos: Política no II Império – Os filhos do átomo – O enigma Minos – Metamorfose da república – o pensamento de Giordano Bruno.

Nas bancas o número 10 do jornal Le Monde Diplomatique Brasil.
Principais artigos: O despertar do Paraguai – No rastro do povo de Luzia – Olimpíadas ameaçadas – Por uma segunda abolição – A crise dos cereais – Israel: o crivo da história – A mídia e a vida dos ricos.

Nas bancas um livro pouco conhecido de José de Alencar: A Guerra dos Mascates.
É um romance de cunho histórico, que narra o conflito entre os senhores de engenho em Olinda e os comerciantes de Recife.
Editora Escala, R$ 8,50.

Nas bancas o número 32 da Revista de Historia da Biblioteca Nacional.
Dossiê sobre a Abolição.
Artigos principais: E se D. João não tivesse vindo? – Blasfêmia na colônia – imposto sindical: coisa de pelego? – 1º de maio: quanto vale um feriado? – O surto de cólera no período imperial – Salários de professores: uma luta antiga. Entrevista com Alcir Pécora.

SITES E BLOGUES

1. Um vídeo de uma ONG fictícia pedindo ajuda ao mundo para que eles comprem a Amazônia nos faz refletir: mas ela já não está à venda? (Pausa para pensar, também, no tanto de mentiras que recebemos por e-mail e nas quais, ingenuamente, acreditamos) .
Uma discussão espinhosa, que deveria interessar a todos nós: o que o governo Aécio e o governo Lula prometem e não cumprem em relação aos aposentados.
Uma grande pesquisa sobre tudo o que deveríamos saber de Aécio Neves, mas não chega até nós. Importante não só para os mineiros, já que em breve ele estará na disputa pela presidência, com reais chances de ganhar.

Agora o endereço é mais simples: www.tamoscomraiva. com.br

2. Conferência Nacional de Meio Ambiente
Leia a cobertura da Fórum sobre o evento.
Mulheres se unem para combater efeitos das mudanças climáticas
Oficina discute Consumo Sustentável
leia
Conferência tem oficina de eco-socialismo
Jecinaldo Sateré Mawé: “Enquanto discutimos as mudanças climáticas, a Vale do Rio Doce faz propaganda enganosa"
Marina Silva abre III Conferência Nacional do Meio Ambiente
Hamilton Pereira: “O nosso padrão de consumo é insustentável”
Conferência discute biocombustíveis e aquecimento global no Brasil
leia

NOTICIAS

1. Curso História e Política da Criação do Estado de Israel - Aulas semanais com duração de duas horas (todas as quartas-feiras de 19 as 21hs) - Profª Júlia Calvo

EMENTA: Constituição do Sionismo e do Estado de Israel. Conceituação de termos e análise do processo histórico.
INÍCIO: 14 DE MAIO
ORGANIZAÇÃO DO CURSO:

14/05
Reflexões e conceitos: Anti-semitismo; Oriente-ocidente; Diáspora; Palestina; Império Turco; transformações políticas pós-1ª Grande Guerra

21/05
Contexto Histórico da Criação do Estado de Israel - Europa:
Modernidade, Nacionalismo, Anti-semitismo

28/05
O movimento sionista: idéias e lideranças; caminhos e tendências

04/06
Os impactos da Segunda Grande Guerra e a política internacional em direção à Criação do Estado de Israel: Holocausto; Mandato Britânico; A política de restrição da imigração para Palestina (O Livro Branco); A Decisão da Partilha

11/06
Filme: O Longo Caminho

18/06
A Constituição da Política Israelense: A guerra de independência (não-oficial e oficial); Exército; materialização de um estado laico e religioso; o Knesset

25/06
Democracia e Estado: A constituição da política israelense
Discussões sobre Israel na atualidade.


Curso de Hebraico (Módulo I): Alfabetização, iniciação ao vocabulário, construção de frases simples. Profª. Juliana Couto

Carga horária: 12 aulas de 90 min. cada (18 horas).
Aulas somente às segundas-feiras - 19:30 as 21:00hs

INÍCIO: 12 DE MAIO

Curso de Hebraico (Módulo II): Construção de frases com verbos, conversação, vocabulário (números, cores, alimentos, vestuário), letra cursiva. Profª. Juliana Couto

Carga horária: 16 aulas de 90 min. cada (24 horas).
Aulas somente às segundas-feiras - 18:00 as 19:30hs

INÍCIO: 19 DE MAIO

INFORMAÇÕES E RESERVAS: 3226-7848


2. Diálogos Labepeh
A linguagem no ensino de história: achados e perdidos
Palestrante: Helenice Aparecida Bastos Rocha, professora da UERJ e do Colégio Pedro II
Data: 27 de maio, 19 horas – auditório Luiz Pompeu, Faculdade de Educação da UFMG
Informações: (31) 3409 5303
Se quiser fazer inscrição antecipada, envie nome completo, contatos e instituição de origem para labepeh.ufmg@gmail.com

3. Concurso para professores na Universidade Federal de Uberlândia

Unidade Acadêmica: Instituto de História. Área: Teoria da História e Historiografia. Nº de vagas: 07. Qualificação mínima exigida: Doutorado em História. Local de Inscrições: Bloco H, Sala 1H49, 2º piso. Campus Santa Mônica. Telefone: 34 3239-4130. E-mail: inhis@ufu.br.

Unidade Acadêmica: Faculdade de Educação. Área I: Políticas e Gestão da Educação. Nº de vagas: 02. Qualificação mínima exigida: Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em qualquer área com Mestrado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de mestre na área do concurso ou Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em qualquer área com Doutorado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de doutor na área do concurso. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. (no ensino de Graduação o docente poderá atuar também na disciplina “Projeto Integrado de Prática Educativa” e no “Estágio Supervisionado”). Área II: Metodologia do Ensino de Geografia e História. Nº de vagas: 01. Qualificação mínima exigida: Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em História ou Geografia ou Ciências Sociais com Mestrado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de Mestre na área do Concurso ou Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em História ou Geografia ou Ciências Sociais com Doutorado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de Doutor na área do Concurso. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. (no ensino de Graduação o docente poderá atuar também na disciplina “Projeto Integrado de Prática Educativa” e no “Estágio Supervisionado”). Área III: Metodologia do Ensino de Matemática. Nº de vagas: 01. Qualificação mínima exigida: Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em Matemática com Mestrado em Educação ou Mestrado em Educação Matemática e a pesquisa correspondente ao título de Mestre na área do Concurso ou Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em Matemática com Doutorado em Educação ou Doutorado em Educação Matemática e a pesquisa correspondente ao título de Doutor na área do concurso. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. (no ensino de Graduação o docente poderá atuar também na disciplina “Projeto Integrado de Prática Educativa” e no “Estágio Supervisionado”). Área IV: Didática Geral. Nº de vagas: 02. Qualificação mínima exigida: Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em qualquer área com Mestrado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de Mestre na área do Concurso ou Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em qualquer área com Doutorado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de Doutor na área do concurso Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. (no ensino de Graduação o docente poderá atuar também na disciplina “Projeto Integrado de Prática Educativa” e no “Estágio Supervisionado”).

Área V: Metodologia da Língua Portuguesa. Nº de vagas: 01. Qualificação mínima exigida: Graduação em Pedagogia com Mestrado em Educação ou Mestrado em Lingüística e a pesquisa correspondente ao título de Mestre na área do Concurso ou Licenciatura em Letras com Mestrado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de Mestre na área do Concurso ou Graduação em Pedagogia com Doutorado em Educação ou Doutorado em Lingüística e a pesquisa correspondente ao título de Doutor na área do Concurso ou Licenciatura em Letras com Doutorado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de Doutor na área do Concurso Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. (no ensino de Graduação o docente poderá atuar também na disciplina “Projeto Integrado de Prática Educativa” e no “Estágio Supervisionado”). Área VI: História da Educação. Nº de vagas: 01. Qualificação mínima exigida: Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em qualquer área e Mestrado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de Mestre na área do Concurso ou Graduação em Pedagogia ou Licenciatura em qualquer área com Doutorado em Educação e a pesquisa correspondente ao título de Doutor na área do Concurso. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. (no ensino de Graduação o docente poderá atuar também na disciplina “Projeto Integrado de Prática Educativa” e no “Estágio Supervisionado”). Área VII: Educação Especial (Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS). Nº de vagas: 01. Qualificação mínima exigida: Graduação em qualquer área com Mestrado em Educação ou Mestrado em Educação Especial ou Mestrado em Lingüística e a pesquisa correspondente ao título de Mestre na área do Concurso ou Graduação em qualquer área com Doutorado em Educação ou Doutorado em Educação Especial ou Doutorado em Lingüística e a pesquisa correspondente ao título de Doutor na área do Concurso. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. (no ensino de Graduação o docente poderá atuar também na disciplina “Projeto Integrado de Prática Educativa” e no “Estágio Supervisionado” e o candidato deve dominar a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS). Local de Inscrições: Bloco G, Sala 1G122. Campus Santa Mônica. Telefone: 34 3239-4163. E-mail: faced@ufu.br

O edital pode ser consultado aqui:
http://www.noticias.pufuadm.ufu.br/anexos/1079522481/1678.DOC

4. A 6ª Semana de Museus está ocorrendo esta semana, em todo o país. Em praticamente todos os museus há eventos, exposições, filmes, debates.
Procure saber quais os eventos programados para sua cidade e participe.

Aqui você encontra a relação completa de todos os museus brasileiros em que estarão acontecendo exposições, visitas e tudo o mais:
http://www.revistamuseu.com.br/emfoco/emfoco.asp?id=16462

5. A Universidade Federal Fluminense vai realizar entre os dias 2 e 4 de junho o Seminário Nacional de Ensino de História - Memória e Historiografia, sob a coordenação geral do professor Daniel Aarão Reis.
O seminário irá discutir temas como o ensino da história da África, biografias, identidade e história política. Os debates contarão com a presença de Alessandra Martinez de Schueler (UERJ), Márcia de Almeida Gonçalves (PUC-RJ/UERJ) e Paulo Knauss (UFF), entre outros historiadores de renome.
O evento vai acontecer no Auditório do Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Campus do Gragoatá, Bloco O, segundo andar. Para participar, é preciso se inscrever até o dia 20 de maio no site da universidade.

6. Hoje teremos a inauguração da exposição "Mestres Inéditos do Barroco Mineiro"(só para convidados) e a partir de amanhã será aberta a todos.
Horários:de segunda a sexta(8hs as 22hs).
Local: Av. do Contorno, número 6.594, Savassi, Belo Horizonte.




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