Boletim Mineiro de História

Boletim atualizado todas as quartas-feiras, objetiva trazer temas para discussão, informar sobre concursos, publicações de livros e revistas. Aceita-se contribuições, desde que versem sobre temas históricos. É um espaço plural, aberto a todas as opiniões desde que não contenham discriminações, racismo ou incitamentos ilegais. Os artigos assinados são de responsabilidade única de seus autores e não refletem o pensamento do autor do Boletim.

21.3.07

Número 083




EDITORIAL

Neste boletim temos o prazer de receber um texto escrito por um ex-aluno e agora colega, que, mesmo novo, já começa a pensar a profissão. Muito bom isso, e a propósito, noticio neste editorial que o governo está pensando em criar o piso salarial para o professor de ensino fundamental e médio. Ótima notícia. Afinal, todas as reformas feitas até hoje só pensaram em currículos, programas, pedagogismos e etc... esquecendo-se que o salário dos professores diminuiu na mesma proporção em que reformas mirabolantes eram apresentadas...
Voltamos, ainda, à questão ambiental, com matéria que aborda a questão da água, o grande problema das próximas décadas.

http://www.terra.com.br/istoe/1951/ciencia/1951_por_uma_gota.htm
Aquecimento global
Por uma gota
Metade do planeta ficará totalmente sem água dentro de 20 anos - e o Brasil estará nesse deserto se nada for feito

Uma boa noticia:

O governo deverá encaminhar ao Congresso Nacional, até o final deste mês, projeto de lei que prevê piso salarial nacional para os professores dos ensinos fundamental e médio, de acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad. Ele participou da edição de hoje (19) do programa Café com o Presidente, o programa semanal de rádio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para Haddad, a criação de um piso salarial ajudará a melhorar a formação dos educadores. “Nós temos hoje 50% dos nossos professores ganhando menos de R$ 800 por mês, por uma jornada de 40 horas”, afirmou no programa.

Sempre interessado em fornecer aos amigos leitores informação não comprometida com os grandes grupos midiáticos, temos recomendado sempre a leitura de artigos e textos publicados pela Agência Carta Maior. Transcrevo mensagem recebida, sugerindo que os(as) interessados(as) se cadastrem para receber diariamente o boletim enviado por aquela Agência.

Caras leitoras & caros leitores,
Carta Maior tem uma tradição de construir a informação de modo rigoroso, independente e democrático. Nasceu com os Fóruns Sociais Mundiais e seus desdobramentos. Hoje temos o maior patrimônio escrito, em áudio e em áudio visual sobre este processo que reabriu a discussão do futuro para o século XXI, antes congelado nos porões do Consenso de Washington, do Fórum Econômico de Davos e das prédicas neoliberais, diariamente veiculadas pela imprensa conservadora. Sempre estivemos abertos aos debates da esquerda, em particular a brasileira e latino-americana, mas também fazendo ressoar idéias advindas de outros continentes. Mas sempre nos pautamos por posições anti-sectárias, e prova disso é o alto número de comentários que nos chegam (e publicamos) com observações críticas às matérias e colunas de nossa página. Temos uma ativa presença nos debates culturais, inclusive de política cultural. Nossa seção “Ao arqueólogo do futuro” está entre as de maior repercussão através de comentários na internet.
Para continuar e ampliar esse papel, precisamos do vosso apoio. Como? Ajudando a divulgar nosso boletim entre amigas e amigos, nas redes e grupos de internautas a que tenham acesso, entre colegas de trabalho, de lazer, sugerindo que as pessoas se cadastrem na seção adequada, na página, para recebê-lo também (veja a entrada “Clique para se cadastrar”, no alto, à direita de quem olha a tela). E outra atitude muito importante é a de sempre que enviarem uma matéria ou coluna nossa para alguém, fazê-lo ou a partir da nossa página, clicando em “Envie para um amigo”, ou então, se for através de cópia, enviar junto o endereço eletrônico da página www.cartamaior.com.br e a sugestão de visitá-la.
Nosso material é copyleft, e isso corresponde à nossa filosofia de trabalho, comprometida com a visão da construção da informação como pertencente a um espaço público.Ficamos gratos pela colaboração.
Atenciosamente,Flávio Aguiar - Editor Chefe

Muitas mensagens e pontos para reflexão nos emails enviados a este Boletim e que reproduzimos a seguir.
Na seção Falando de História, dois artigos: a) a influência militar na primeira república e b) teriam os portugueses sido os primeiros descobridores da Austrália?
Em Brasil, Banco Mundial financia pecuária em projeto polêmico na Amazônia e Os encantamentos de Lula e as tentações de Mr. Bu$h. Em Internacional, Leonardo Boff fala sobre a nanotecnologia e em Nuestra América, um mini dossiê Equador: entre a instabilidade e a esperança. Noticias, livros e revistas (inclusive uma nova revista de História), e sites interessantes completam este boletim.


FALAM AMIGOS E AMIGAS

1. Amigos, amigas, prof. Ricardo,

Hoje não venho debater sobre a violência urbana da vida brasileira, já amplamente debatida neste boletim, mas quero aqui registrar o meu repúdio a visita do Papa Bento XVI ao nosso país.

Nas últimas semanas fora corrente em parte de nossa América Latina os mais diversos protestos contrários à visita do senhor do mundo, o atual presidente dos EUA, mr. Bush Jr. E com razão em muitos aspectos, especialmente quando se trata da política externa norte-americana nas mãos dos pérfidos políticos “republicanos”, resultando em somente uma coisa: sangue!

Coerente o protesto, com certeza. Mas eu quero aqui registrar o meu protesto, a minha repulsa, a este senhor, Papa Bento XVI, que de “bento” não tem nada não. Aliás, as religiões deixaram a sua beatitude para trás há muitos séculos atrás!

Homem conservador, certamente, até eu mesmo me considero conservador, especialmente nos aspectos político-econômicos, mas Bento XVI extrapola os limites de toda a racionalidade e impõe ao seu mundo cristão um gradual retorno ao moralismo decadente.

O cristão não deve usar preservativos (pela lógica de Bento), e estamos assistindo aos milhares de africanos mortos pela AIDS todos os anos, as crianças que não param de nascer nos países mais pobres do mundo quando um verdadeiro gesto de amor seria implantar e estimular o controle de natalidade, tão essencial para o sufocamento de profundos e posteriores problemas sociais.

O cristão não deve apoiar as pesquisas com células-tronco (pela lógica de Bento), quando hoje sabemos do que isso será capaz, salvando e recuperando vidas humanas a partir de um pedaço de nosso organismo.

O cristão não deve se casar pela segunda vez (pela lógica de Bento), reafirmando que os casais devem se manter infelizes no casamento, negando que as relações humanas são passíveis de desgaste, de desentendimentos, e que todos tem o direito de buscarem o que acham melhor para si.

Bento XVI, como bom integrante da juventude nazista alemã em sua primeira adolescência, depois padre até chegar a cardeal da Santa Inquisição, isso mesmo, a mesma Inquisição que matou mulheres, judeus, hereges, blasfemos, e que desfilou por séculos a sua intolerância por todo o mundo, é um Papa dos mais retrógrados, atrasados, ultrapassados, que o mundo cristão pode e presencia nos dias de hoje. Exemplo disso é a mais nova idéia brilhante dele: missas em latim!

Acho incrível que a Igreja romana não percebe que vai intensificar ainda mais a sua pequenez, a sua perda de território para as milhares de agremiações protestantes. Não que isso seja ruim, mas é que não dá para acreditar que uma instituição milenar como essa não percebe que a cada dia dá sempre mais um tiro nos próprios pés!

Quando questionados, os altos clérigos, sobre estas posturas da Igreja e de uma possível mudança progressista dizem que o tempo da Igreja é diferente do tempo secular – verdade, o mundo secular está no ano de 2007, em pleno pós-modernismo, e a Igreja romana permanece no mundo do século XVI quando da contra-reforma e do moralismo violento e irracional.

Veremos, em breve, uma América Latina protestante. E o mundo católico será como nos tempos antigos, limitados aos muros e mármores romanos.

Encerrando, quero aqui dar o meu grito, como meus adversários políticos da esquerda tão bem fazem: “FORA BENTO XVI!”

Abraços liberais, Tiago Menta.

2. Andréa Valadares me repassa um email que anda circulando na net:

Mário Henrique Simonsen, ex-ministro da Fazenda e do Planejamento nos governos militares de Geisel e Figueiredo, economista genial, bom cantor de ópera, carioca da gema de primeira hora, apreciador de um bom copo, falecido em 1997 aos 61 anos, em entrevista à revista Veja, em 1986, dizia:
'No dia em que eles descerem os morros do Rio, famintos e desnorteados, como soldados abandonados por seus generais, eles tomarão conta da cidade, da zona sul, e as classes médias e ricas serão prisioneiras de suas próprias avarezas e descuidos com os mais pobres. Será como um exército de centuriões romanos, de olhos arregalados, famélicos, entorpecidos e desesperados, tentando a última conquista antes da morte.'
Pois o dia chegou!
3. Lucas Henrique Franco, ex-aluno e hoje colega, envia um texto para reflexão, a partir de sua vivência na rede pública de Minas Gerais:
O compromisso de educar

Lucas Henrique Franco Silva
Professor de História da rede estadual de ensino de Minas Gerais

Desenvolver a ação de ministrar aulas, eis a clara missão e característica básica do professor. Porém, possibilitar “o ir” além dessa missão – muitas vezes considerada intransponível, em repetidas situações de estresses e crises profissionais, a fim de propor aos estudantes a realização da verdadeira essência da educação: o aprender a “ser” – não é interesse próprio de todo professor. Muitos fatores competem para que este infeliz quadro ganhe notoriedade nos espaços escolares, especialmente na maioria das instituições de ensino do Brasil.

Uma primeira consideração que se pode fazer nesse sentido é em relação ao mundo do trabalho, geralmente entendido, na sociedade capitalista, como emprego/ocupação, o qual ainda é bruscamente competitivo, repleto de injustiças de toda ordem para uma gama de pessoas. Inúmeros professores estão incluídos nesta realidade, entendendo a educação formal na perspectiva de emprego – isto é, como uma ocupação exercida sem sabor (pela conveniência ou necessidade) em que não está em jogo o desejo de contribuir para a formação humana (científica, afetiva, política, dentre outras) dos estudantes. Enquanto isso, poucos a compreendem na perspectiva de trabalho – ou seja, como uma função de inestimável valor social, que visa um prazeroso engajamento na premissa de que educar para a vida significa produzir valores, tais como: justiça, responsabilidade, respeito e tolerância, em parcerias contínuas entre poder público, ONG’s, entidades privadas, comunidade escolar – escola/comunidade/família e por ai vai.

Convém agora destacar um sério problema para reflexão: se a educação tem sido concebida por tantos professores como uma mera e talvez passageira ocupação profissional, se os baixos rendimentos tem assolado a estes cidadãos e se independente destes elementos colocados a maioria do professorado não tem se preocupado com a realização da “missão educadora”, visando cumprir apenas, e com uma série de dificuldades, a sua ação básica de ministrar aulas, como podemos projetar, a um médio prazo, avanços na formação humana dos estudantes?

É indispensável ponderar também que muito do desestímulo de determinados docentes pela importância da referida “missão educadora” se apresenta, especialmente no grosso das escolas públicas brasileiras, em virtude de outras razões relevantes, como: violência e ameaças assíduas por parte de marginais infiltrados nas escolas; péssimas estruturas materiais de trabalho e acomodações; reduzido ou praticamente nulo amparo psico-pedagógico da escola, não somente no cotidiano dos alunos e seus familiares responsáveis, assim como para o professor e os demais funcionários. Além disso, o irrisório tempo para discussões paralelas das atividades educativas tecidas durante o ano prejudica a reflexão dos rumos tomados pela escola no processo de ensino-aprendizagem. Tal situação impossibilita que os aspectos qualitativos das avaliações adquiram o espaço privilegiado de que são merecedores, que as demandas surgidas no curso do período letivo sejam devidamente apreciadas e que para as problemáticas levantadas sejam encontrados instrumentos justos que as combatam pela raiz, sem maquiagens superficiais e de gostos discutíveis.

Outro ponto digno de atenção e crucial diz respeito às fissuras de relacionamentos interpessoais que despontam no dia-a-dia das atividades escolares. Uma crise de socialização, de convívio, um desmoronamento do diálogo respeitoso, uma insensibilidade do “saber ouvir” por parte de uma grande parcela dos atores sociais da escola, tem tomado conta da vida educacional, pesado o ambiente de estudo e desarticulado não simplesmente a saúde física dos que neste turbilhão de problemas se encontram, mas também a saúde de modelos/ideais/propostas de educação tão sábias, mas por diversas vezes tão ilusórias quando se defrontam com as reais dimensões em que chegou a educação formal no Brasil.

A família também tem muita responsabilidade pela geração da apontada crise. Na grande parte dos casos, a família transfere para a escola funções educativas que lhe são particulares, as quais, por indiferença, negligência ou motivos outros, não se dispõe a assumir ou consegue cumprir de modo satisfatório. Isso acarreta uma sobrecarga de atribuições que a escola intempestivamente tenta administrar e que deveriam ter sido desenvolvidas na socialização primária dos jovens escolares.

É bem verdade que a escola pode contribuir para minimizar este ambiente conflituoso com medidas atrativas de inclusão qualitativa, não só do educando, mas também dos demais membros de sua família e da comunidade a que pertence (geralmente residente nas proximidades da instituição de ensino), em, por exemplo, projetos culturais e profissionalizantes. É preciso assim criar caminhos para que habilidades sejam descortinadas, gerando renda para os envolvidos, bem como oportunidades de emprego/trabalho, por meio de oficinas de esporte, arte, educação patrimonial, educação ambiental (reciclagem), costura, culinária, artesanato, dentre outras atividades afins.

A conclusão a que necessitamos chegar é a de que enquanto não houver um compromisso (pelo menos próximo do geral), não exclusivamente dos docentes, mas dos governos, das famílias e, claro, dos discentes (na condição de conscientizados de que sem uma sólida educação, onde quer que estejam, suas atitudes/posturas estarão seriamente desajustadas face aos padrões sociais de comportamento, habilidades e competências estabelecidos/cobrados), não poderemos sequer pensar numa sociedade de paz.

É preciso consolidar o compromisso pela educação, todavia é urgente descentralizar esse compromisso das escolas, de modo que cada entidade abordada, em parceria contínua, assuma suas responsabilidades específicas. Dessa forma, poderemos “realmente sonhar” com uma sociedade educada, livre e melhor para todos.

4. Guilherme Souto encaminha um link para interessante matéria de Paulo Henrique Amorim publicado na Carta Capital:
"Ricardo, mando-lhe este artigo do Paulo H. Amorim, acerca da vênus Platinada. Penso que tem muita gente querendo ver esta caveira. Eu pelo menos estou!" Vênus perde o laquê A tecnologia e a concorrência ameaçam o império da Rede Globo http://www.cartacapital.com.br/edicoes/2006/12/425/venus-perde-o-laque

5. Cristina Castro, a linda amiga que está sempre com raiva, comemora o quarto aniversário do seu blog, que vivo recomendando aqui. Passa lá para ver uma pequena história do blog:
Muitos amigos com quem comemorar esse aniversário.. . Não deixem de ler, é muita história reunida!
Beijo,
Cris
www.tamoscomraiva. blogger.com. br

FALANDO DE HISTORIA

A influência militar na Primeira República – Daniela Meira Cotrim analisa o papel do militarismo e do movimento tenentista na política brasileira no período de 1922 a 1930.

2. Leia em http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2007/03/21/ult729u65837.jhtm
Mapa prova que portugueses descobriram a Austrália, afirma livro

BRASIL

1. Do Repórter Brasil
Banco Mundial financia pecuária na Amazônia em projeto polêmico
O grupo Bertin vai receber US$ 90 milhões para duplicar sua capacidade de abate de bovinos na Amazônia paraense, o que pode aumentar o desmatamento e a grilagem de terras. Entretanto, o acordo, se cumprido, terá avanços do ponto de vista do combate ao trabalho escravo.

2. Paulo Kliass

INTERNACIONAL

Leonardo Boff
> LEIA MAIS 14/03/2007

NOTICIAS

1. Convite para a "64ª Plenária do Fórum Mineiro de EJA"
TEMA:Os impactos do FUNDEB na formulação de políticas públicas de EJA
CONVIDADA: ÁUREA REGINA DAMASCENO Mestre em Educação FAE/UFMG Doutora em Educação PUC/SP
DATA: 30/03/07 - HORÁRIO: 14 horas
LOCAL: Auditório Paulo Freire - Rua Carangola, 288 - Bairro Santo Antônio - Antiga FAFICH (SMED-BH)Entrada Franca - Sem inscrições prévias

2. ONG Trem (Transporte e Ecologia em Movimento): Associação voltada para os temas de transporte e ecologia que tem como principal objetivo promover formas de transporte sustentáveis do ponto de vista ambiental, como a bicicleta, o uso de combustíveis renováveis, como etanol e biodiesel, e modos de maior eficiência econômica, como o transporte ferroviário, de cargas e passageiros.
Evento: Caminhada Cultural em trecho da antiga linha centro da Estrada de Ferro Central do Brasil.
Dia: 24 de março, sábado. Horário: 8:30h.
Local: Estação Ferroviária de Rio Acima.
Percurso: cerca de 8km.
Programação: A caminhada será no sentido Rio Acima-Itabirito e contará com a participação de técnicos da área de transporte ferroviário e de historiadores que comentarão aspectos relevantes da operação e da história ferroviária no trecho. A caminhada será encerrada em uma Pousada , onde os participantes poderão contar com uma deliciosa refeição à mineira, a preços módicos. Na volta, será disponibilizado um transporte até a Estação, onde os participantes poderão pegar seus veículos ou tomar um ônibus.
Contato: Os interessados deverão inscrever-se até quinta-feira, dia 22/03/007.
Nelson Dantas - ndantas@pbh.gov.br (31) 3379-5621/9116-7236

LIVROS E REVISTAS

1.
Nas bancas
Em março, a Fórum apresenta uma contundente entrevista de seis páginas com o cientista político Chico de Oliveira. Ele revela que Lula o censurou em livro da fundação Perseu Abramo e crítica a postura "udenista de esquerda" da candidata do PSol à Presidência, Heloísa Helena. A edição traz também uma descrição de experimentos financiados por emissores de gases responsáveis pelo efeito estufa para tentar reverter o aquecimento global. As idéias, que parecem tiradas de um filme de ficção científica, têm alto risco de causar desastres e eficácia duvidosa.

2. Nas bancas, a revista Caros Amigos de março. Artigo de capa: O que está por trás da visita de Bush? Entrevista com Ricardo Antunes: O capitalismo tem uma lógica destrutiva. Neto de Trotsky, que viu o avô ser morto, fala a Mariana Filgueiras – O mundo feminino das Histórias em quadrinhos –

3.

Nova revista nas bancas. O pessoal da História Viva criou a BR-História. O primeiro número já está nas bancas e traz, entre outras matérias, O Diário secreto exclusivo do Araguaia – Estradas de ferro: do auge ao desmonte – as universidades no Brasil – as confusões para implantar o sistema métrico no Brasil – Festas coloniais, as grandes comemorações religiosas que duravam dias.

SITES INTERESSANTES

Novidades no www.historianet.com.br
A mídia e Pinochet
Se Pinochet não sobreviveu para ser condenado pelos crimes que cometeu, a história precisa, definitivamente, julgá-lo e condená-lo para que infâmias, como a de sua existência, nunca mais se repitam. E a história também é escrita pelo registro que os meios de comunicação fazem dos fatos.14/03/2007
O carnaval realizado no Brasil é o maior do mundo, porém grande parte dos foliões brasileiros não conhecem as origens dessa festa popular.15/03/2007




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