Boletim Mineiro de História

Boletim atualizado todas as quartas-feiras, objetiva trazer temas para discussão, informar sobre concursos, publicações de livros e revistas. Aceita-se contribuições, desde que versem sobre temas históricos. É um espaço plural, aberto a todas as opiniões desde que não contenham discriminações, racismo ou incitamentos ilegais. Os artigos assinados são de responsabilidade única de seus autores e não refletem o pensamento do autor do Boletim.

25.8.09

Numero 201




Neste boletim, chamo a atenção dos leitores e leitoras para dois artigos, muito semelhantes entre si, os dois primeiros abaixo, em que se discute o mundo que estamos deixando para nossos filhos e netos. Os problemas ambientais que logo vão assombrar a todos, particularmente a questão da água que, segundo cálculos, daqui a 15 anos estará faltando para quase a metade da humanidade.
Em seguida, um artigo que me foi enviado pelo Guilherme Souto, velho novo colaborador, sobre a visão que o governo norte-americano tem sobre o Brasil, dentro de sua perspectiva de controle da América Latina.
A seção de livros está ausente hoje. Nenhuma novidade foi observada esta semana.
Em Navegar é preciso, Marina Silva passa a ter uma visibilidade grande na mídia. Mas a quem isso serve? São idéias boas para debater... Ainda: escravos e guerra dos Farrapos, Café História e a novidade de um novo partido político que está surgindo no hemisfério norte.
E em Noticias, duas exposições e uma conferência, todos em Belo Horizonte.
Ilustrando este boletim, três imagens de água. Chegaram às minhas mãos por email, sem indicação de autoria. Se alguém souber, por favor me avise para que eu possa dar os créditos no próximo boletim.








Qual será o futuro de nossos netos?
Leonardo Boff *
Adital -

Olhando meus netos brincando no jardim, saltitando como cabritos, rolando no chão e subindo e descendo árvores surgem-me dois sentimentos. Um de inveja: já não posso fazer nada disso com as quatro próteses que tenho nos membros inferiores. E outra de preocupação: que mundo irão enfrentar dentro de alguns anos? Os prognósticos dos especialistas mais sérios são ameaçadores. Há uma data fatídica ou mágica sempre aventada por eles: o ano 2025. Quase todos afirmam: se nada fizermos ou não fizermos o suficiente já agora, a catástrofe ecológico-humanitária será inevitável. A recuperação lenta que se nota em muitos países da atual crise econômico-financeira, não significa ainda uma saída dela. Apenas que a queda livre se encerrou. Volta o desenvolvimento/crescimento mas com outra crise: a do desemprego. Milhões estão sendo condenados a serem desempregados estruturais. Quer dizer, não irão mais ingressar no mercado de trabalho, sequer ficarão como exército de reserva do processo produtivo. Serão simplesmente dispensáveis. Que significa ficar desempregado permanentemente senão uma lenta morte e uma desintegração profunda do sentido da vida? Acresce ainda que estão prognosticados até àquela data fatídica cerca de 150 a 200 milhões de refugiados climáticos.
O relatório feito por 2.700 cientistas "State of the Future 2009" (O Globo de 14.07/09) diz enfati
camente que devido principalmente ao aquecimento global, por volta de 2025, cerca de três bilhões de pessoas não terão acesso à água potável. Que significa dizer isso? Simplesmente que esses bilhões, se não forem socorridos, poderão morrer por sede, desidratação e outras doenças. O relatório diz mais: metade da população mundial estará envolvida em convulsões sociais em razão da crise sócio-ecológica global.
Paul Krugman, prêmio Nobel de economia de 2008, sempre ponderado e crítico quanto à insuficiência das medidas para enfrentar a crise sócio-ambiental, escreveu recentemente: "Se o consenso dos especialistas econômicos é péssimo, o consenso dos especialistas das mudanças climáticas é terrível"(JB 14/07/09). E comenta: "se agirmos da mesma forma como agimos, não o pior cenário, mas o mais provável, será a elevação de temperaturas que vão destruir a vida como a conhecemos".
Se provavelmente assim será, minha preocupação pelos netos se transforma em angústia: que mundo herdarão de nós? Que decisões serão obrigados a tomar que poderão significar para eles vida ou morte?
Comportamo-nos como se a Terra fosse só nossa e de nossa geração. Esquecemos que ela pertence principalmente aos que ainda virão, nossos filhos e netos. Eles têm direito de poder entrar neste mundo, minimamente habitável e com as condições necessárias para uma vida decente que não só lhes permita sobreviver mas florescer e irradiar.
Os cenários referidos acima nos obrigam a soluções que mudam o quadro global de nossa vida na Terra. Não dá para continuar ganhando dinheiro com a venda do direito de poluir (créditos de carbono) e com a economia verde. Se o gênio do capitalismo é saber adaptar-se a cada circunstância, desde que se preservem as leis do mercado e as chances de ganho, agora devemos reconhecer que esta estratégia não é mais possível. Ela precipitaria a catástrofe previsível.
Para termos futuro devemos partir de outras premissas: ao invés da exploração, a sinergia homem-natureza, pois Terra e humanidade foram um único todo; no lugar da concorrência, a cooperação, base da construção da sociedade com rosto humano.
Dão-me alguma esperança os teóricos da complexidade, da incerteza e do caos (Prigogine, Heisenberg, Morin) que dizem: em toda a realidade funciona a seguinte dinâmica: a desordem leva à auto-organização e à uma nova ordem e assim à continuidade da vida num nível mais alto. Porque amamos as estrelas não temos medos da escuridão
.

[Co-autor com Mark Hathaway de The Tao of Liberation. En Exploration of Ecology of Transformation, N. York, a sair em breve].
* Teólogo, filósofo e escritor





Em Copenhague decidiremos que futuro queremos

Escrito por Henrique Cortez do Correio da Cidadania
25-Ago-2009
O movimento ambientalista evita dizer a verdade sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas, temendo que isto incentive uma atitude de inércia, em relação às mudanças necessárias.
Pessoalmente discordo desta "estratégia" de comunicação, nem que seja porque o processo de aquecimento global já está em uma espiral crescente e as mudanças climáticas já causam severos impactos em todo o planeta. Aproximamo-nos de uma crise quase apocalíptica, que deve ser enfrentada sem meias palavras.
Precisamos de um debate honesto, franco e com argumentos às claras. Fugir do assunto aquecimento global pode ser fácil e cômodo, mas também é suicida.
O jornalista e militante ambientalista, George Monbiot, acertadamente, define que a luta contra o aquecimento global é uma luta contra nós mesmos. É exatamente esta batalha que estamos perdendo.
Sofreremos as terríveis conseqüências do aquecimento global, porque não somos capazes de reconhecer que nosso padrão de consumo é insustentável e não temos coragem de assumir que nosso modelo de desenvolvimento é predatório e injusto. Quanto mais protelamos as decisões, mais agravamos o desastre que se anuncia.
A frota mundial de veículos ultrapassa 800 milhões de unidades, crescendo mais de 30 milhões ao ano. Esta é uma crescente crise ambiental tida como consenso, mas um consenso oco porque ninguém está disposto a abrir mão de seu fetiche automotor. Ao contrário, consumimos automóveis cada vez maiores, com maior consumo de combustível e maior emissão de gases.
A produção de alimentos é muito superior ao necessário para alimentar o planeta, mas a especulação e nosso desperdício (em média uma família brasileira desperdiça 0,5 Kg ao dia) exigem produção crescente, fazendo com que a fronteira agropecuária avance sobre as florestas. A exigência de maior produtividade impõe cada vez mais agroquímicos, que envenenam o solo, os mananciais e nos envenenam lentamente todos os dias.
Ninguém está disposto a reduzir a demanda crescente de energia elétrica, mesmo que isto signifique mais barragens, mais termelétricas a carvão, gás ou nuclear, represando ou vaporizando volumes imensos de recursos hídricos cada vez mais escassos. Todos concordam com este "sacrifício", desde que ele seja no quintal do vizinho.
Nosso delírio consumista já consome o equivalente a 1,4 planeta a mais do que temos. E ninguém está disposto a reduzir o padrão de consumo.
E não adianta fugir do assunto, porque, cedo ou tarde, enfrentaremos as conseqüências de nossa hipocrisia. Ou, para ser mais exato, nossos netos enfrentarão as conseqüências de viver em um planetinha horrível.
Se optamos por nada mudar, por que esperamos que o G-8 faça diferente? Por que Brasil, China e Índia abririam mão de seu "direito" de emissão, se pensamos o mesmo e exigimos o mesmo direito pessoal de consumir irresponsavelmente? Todos os governos decidiram nada decidir, porque é o mesmo que todas as pessoas, hipocrisias à parte, também decidiram.
Na recente reunião do G8, em L’Áquila, firmou-se o ‘compromisso’ de empreender esforços para manter o aquecimento global médio em no máximo 2ºC, tido como o limite máximo aceitável. Isto, no entanto, significará imensos custos sociais e ambientais, como discutimos no editorial
"Os reais ‘custos’ de manter o aquecimento global médio em no máximo 2ºC"
Em Copenhague, certamente, será mantido o impasse nas metas de emissão, absolutamente rejeitadas pela China, Índia e Brasil, sob o argumento de que a responsabilidade histórica cabe aos países desenvolvidos e de que a adoção de metas implicará em pesados custos econômicos.
O argumento de que as medidas mitigadoras do aquecimento global e a redução das emissões de gases estufa implicariam em pesados custos econômicos é estúpido porque este custo será pago de uma forma ou de outra. A diferença é que nossos netos estarão pagando muito mais caro para apenas tentar sobreviver.
É evidente que a redução das emissões de gases estufa e a opção por um modelo sustentável implicarão em pesados custos sociais e econômicos, mas não temos outra alternativa para garantir a vida no planeta.
Além do mais já estamos enfrentando uma colossal crise econômica global, causada pela ganância especulativa de uns poucos. Milhões perderam os seus empregos, mais de trilhão (!!) de dólares já foram gastos para contornar os impactos desta especulação e ninguém acusou os gananciosos de "sabotar" o desenvolvimento econômico mundial. Os recursos necessários para mudar o insustentável modelo econômico, baseado na produção/consumo, sempre existiram, como agora ficou provado. Faltou e continua faltando vontade política.
Por outro lado, dentre a população e os líderes do G-8, há os que acreditam nas vantagens do aquecimento global, a partir de 2050.
Sabem que enfrentarão conseqüências graves, com furacões, tornados, ciclones, tempestades de neve, chuvas torrenciais, inundações etc., mas acreditam que podem arcar com estes custos e ainda lucrar com isto.
As fronteiras agrícolas do hemisfério norte se expandirão, com novas áreas agricultáveis no norte do Canadá, nas estepes siberianas ou na Escandinávia.
No pobre, feio e sujo hemisfério sul acontecerá exatamente o contrário. Mais de 1/4 do planeta estará desertificado ou em rápida desertificação, condenando mais de 1,5 bilhão de pessoas à insegurança alimentar, à sede e à fome.
Será uma tragédia humanitária em escala global, mas que interessa à geopolítica do G-8, que poderá controlar a maior parte da produção de alimentos, devidamente protegida por um aparato militar inquestionável, o que, facilmente, deixará a maior parte dos países pobres de joelhos.
Há, ainda, quem veja um efeito "higienizador" nesta crise humanitária, porque estará condenando à morte os pobres, os velhos e os indesejados do terceiro mundo.
Freqüentemente dizemos ou ouvimos sobre os nossos compromissos para ’salvar o planeta’. Lamento, mas não podemos salvar o planeta, porque nosso ego antropocêntrico não está à altura da tarefa. Nosso planeta já passou por incontáveis processos de mudanças climáticas naturais e pelo menos dois grandes eventos de extinção maciça. De um modo ou de outro a natureza retomou o processo da vida.
Estamos gerando processos não naturais que levarão o planeta a um novo processo de mudança radical, tal como já aconteceu antes por razões naturais. Estudos demonstram que ocorreram, pelo menos, dois grandes eventos de extinção maciça. Há 250 milhões de anos cerca de 90% da vida foi extinta e há 65 milhões, quando desapareceram os dinossauros, a extinção foi estimada em 60%.
Se nossa irresponsabilidade continuar, acabaremos com a natureza tal como ainda a conhecemos. Mas a história do planeta demonstra que a natureza encontrará uma alternativa, porque, mesmo com vários episódios de extinções maciças, a natureza sempre recomeçou.
Ainda não é um cenário apocalíptico, mas quase.
Antes que pensem que estou exagerando, avaliem um pouco mais e olhem à sua volta. Mas, acima de tudo, acreditem que perdemos a batalha contra o aquecimento, mas que ainda podemos vencer a guerra contra as suas piores conseqüências.
Precisamos vencer a luta contra nós mesmos ou muito perderemos. Muito mais do que apenas o nosso perdulário padrão de consumo.
Henrique Cortez, ambientalista, é coordenador do portal EcoDebate.







Guilherme Souto envia esta colaboração.
Artigo publicado no viomundo - Azenha -
Atualizado e Publicado em 25 de agosto de 2009 às 16:43
A estratégia política dos EUA em relação ao Brasil
Por Manuel Cambeses Júnior, 25.08.2009
As dimensões geográficas, demográficas e econômicas do Brasil, seu potencial, sua privilegiada posição geopolítica e geoestratégica no continente sul-americano, voltado de frente para o continente africano, o tornam o único possível rival à influência hegemônica dos Estados Unidos no Hemifério Ocidental Sul.
Assim, a estratégia estadunidense geral visa preservar a aproximação com o Brasil, aumentar a sua influência sobre a elite brasileira, convencê-la da inevitabilidade, irresistibilidade e dos benefícios da influência hegemônica e da liderança norte-americana no hemisfério. Em segundo lugar, cooperar para que o país se mantenha como ponto de equilíbrio ao sul, mas que ao mesmo tempo não se desenvolva, econômica e militarmente, em níveis que possam torná-lo competitivo com os Estados Unidos, em termos de influência econômica e política, na região do Hemisfério Ocidental.
Desta forma, ao mesmo tempo em que se aplicam ao Brasil alguns dos objetivos estratégicos em nível mundial e para a América Latina, é possível identificar objetivos estratégicos específicos da superpotência hegemônica para o Brasil.
Do ponto de vista de sua estratégia militar, os EUA têm procurado, em primeiro lugar, manter a influência americana sobre a doutrina e o equipamento militar brasileiro, enquanto, a partir da queda do Muro de Berlim e dentro do enfoque geral de desarmamento da periferia, argumentam que a inexistência de inimigos, ameaças, visíveis no momento atual, fazem prever uma era de paz perpétua, em que as Forças Armadas brasileiras devem ser reduzidas em efetivos e se adaptar à luta contra os “novos inimigos”, quais sejam, o narcotráfico, o terrorismo, etc. Em segundo lugar, sua estratégia tem como objetivo evitar o surgimento de uma indústria bélica brasileira de nível competitivo e, muito em especial, evitar a aquisição pelo Brasil de tecnologias de armas modernas e de destruição em massa.
A estratégia política norte-americana em relação ao Brasil tem como seu principal objetivo apoiar os governos brasileiros que sejam receptivos à iniciativas políticas americanas no hemisfério e em geral e, simultaneamente, manter canais abertos ao diálogo com a oposição, mesmo a oposição a esses governos “simpáticos”. Como corolário desse objetivo maior, a estratégia estadunidense procura evitar a articulação brasileira com outros Estados que possa pôr em risco a hegemonia e a capacidade de negociação americana.
Um aspecto de sua estratégia tem sido convencer a sociedade e o governo brasileiro da “culpa exclusiva” brasileira pela situação de direitos humanos no país e pela situação de subdesenvolvimento em geral e até eliminar o conceito de “desenvolvimento”, substituindo-o pela noção de injustiça. A lapidar frase “O Brasil não é mais um país subdesenvolvido, é um país injusto” reflete, cabalmente, a equivocada percepção de um amplo setor da intelectualidade brasileira, e que é, cada vez mais, desmentida cotidianamente pela realidade.
No campo econômico, a estratégia americana tem como objetivo máximo assegurar a maior liberdade de ação possível para as empresas americanas, evitar o surgimento de empresas competidoras fortes de capital brasileiro no Brasil e, como corolário, reduzir o papel do Estado como investidor, regulamentador e fiscalizador da atividade econômica. Secundariamente, porém certamente de forma complementar, procura sugerir com insistência a adoção de políticas de “crescimento” econômico com base em vantagens comparativas estáticas e propugnar o combate assistencial à pobreza de preferência a uma estratégia de desenvolvimento econômico e social.
A estratégia ideológica, que é central para todas as demais, procura convencer a elite e a população brasileira do desinteresse e do altruísmo americano em suas relações com o Brasil, inclusive com o objetivo de garantir o apoio da elite brasileira à idéia de liderança americana benéfica no continente e no mundo. Para atingir tais objetivos, a estratégia estadunidense considera como imprescindível garantir o livre acesso dos instrumentos de difusão do American Way of Life à sociedade brasileira e formar grupos de influência norte-americana no Brasil e, como meio, formar a elite brasileira em instituições americanas.
Como reverter essa influência nefasta para a Nação? Eu diria que através de medidas governamentais – abrangendo o amplo espectro da tecitura social -, no sentido de esclarecer a sociedade brasileira das mazelas do Neoliberalismo e do “atrelamento automático” aos ditames da superpotência mundial. Faz-se mister conscientizar e mobilizar as elites brasileiras no sentido de que dispam-se do comodismo e assumam atitudes corajosas objetivando reeducar as nossas lideranças e o povo em geral, criando condições favoráveis ao florescimento de uma atitude mais nacionalista, mais patriótica e mais favorável ao surgimento de um desenvolvimento autóctene, sem a intromissão de potências estrangeiras em assuntos de natureza interna, em nosso país.
(*) Coronel-aviador, conferencista especial da ESG, membro do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e vice-diretor do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica. Artigo publicado no Monitor Mercantil.



NAVEGAR É PRECISO
Caça a Marina Silva
[José de Castro] Política é como nuvem, dizia Magalhães Pinto. Marina Silva, uma espécie de musa mulata do petismo histórico, vai ver agora com quantos paus se faz uma canoa. De repente, ela se torna uma adversária do PT e uma aliada, na opinião de antigos partidários, dos poderosos que governam o país há 500 anos.
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1365
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R E V I S T A F O R U M . C O M . B R
A Rede Globo e Marina Silva
Por Altino Machado
Já aconteceram duas reuniões informais -na quarta-feira e ontem- das quais os editores saíram dando dicas, o que evidencia tratar-se de um plano que vem de cima. Querem inflar a candidatura dela, mas marcando-a como alguém fora da realidade.
leia http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=7396

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Em guerra pela liberdade

Estudo aponta fragilidade da alforria concedida a escravos que lutaram na Revolução Farroupilha
http://cienciahoje.uol.com.br/151322
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O Café História está com seu conteúdo atualizado. Uma das atrações desta quarta-feira é a entrevista que o Café História indica para seus leitores. Trata-de de Gilles Lipovetsky, um dos maiores filósofos vivos. Na entrevista, ele discute a história do luxo e a importância que a exibição possui hoje no campo de relações humanas. Não perca!Acesse também o Twitter do Café História: http://twitter.com/cafehistoria

E MAIS:Indicação do filme Império do Sol na seção Cine História

Lei da Anistia Política completa 30 anos e reacende debate

Casas em ruínas põem em causa monumento da zona histórica do Porto

A Arte do artista russo Andrei RublevConfira também vídeos, fóruns, novos grupos de estudos e outras colaborações.Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com/
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Partido Pirata: novos ventos na política
Do norte da Europa chegam ventos amenos que indicam uma boa nova política para arejar os mais que pestilentos ares de democracias que se afundam a cada dia mais em medidas de “segurança” que implicam violação de privacidade, controle da vida dos cidadãos, restrições crescentes ao livre pensar e ao livre manifestar-se, e fatos similares, num alastramento de sistemas repressivos que avançam no mundo a partir da gestão fascista do regime Cheney-Bush, iniciada em 2001, e sua empulhação de “guerra global ao terror”. Nascido na Suécia em 2006, o Partido Pirata (PP) vem ganhando adeptos que organizam seções em todo o mundo. Assume o nome pelo qual os detentores de “patentes e direitos” chamam os que resistem ao avanço da sua dominação: piratas. (Por Chico Villela)
Leia:http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1371


NOTICIAS

HISTÓRIA INDÍGENA – DA PESQUISA AO ENSINO
DIÁLOGOS – LABEPEH - UFMG
CONFERÊNCIA INAUGURAL DO SEGUNDO SEMESTRE 2009
John Manuel Monteiro
Professor livre-docente do Departamento de Antropologia da Unicamp
DATA 27/08/2009, QUINTA FEIRA
HORÁRIO 19:30 h
AUDITÓRIO LUIZ POMPEU - FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UFMG
INSCRIÇÕES ANTECIPADAS - labepeh.ufmg@gmail.com
INFORMAÇÕES http://www.labepeh.ufmg.br/ 31 3 409 5303
Sugestão de visita ao site “Os índios na história do Brasil”
http://www.ifch.unicamp.br/ihb/
-- Equipe LABEPEH Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino de HistóriaFAE/CP/UFMG(31) 3409 5303
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Exposição Guerra dos Emboabas - 300 anos depois
A exposição reúne visões atuais do conflito com fotos, ilustrações, reprodução de material iconográfico e publicação de cadernos educativos para serem distribuídos a alunos de escolas.A Guerra dos Emboabas, encerrada há exatos 300 anos na região das Minas Gerais, teve como maior beneficiária a Coroa Portuguesa. 15 de agosto até 20 de setembro
Palácio das Artes, em Belo Horizonte - Galeria Alberto da Veiga Guignard
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Exposição 100 X França
A mostra conta com curadoria de Sophie Schmit, e leva aos visitantes um pouco da história da fotografia francesa desde sua origem (1839) até os dias atuais. A exposição também faz uma homenagem a uma das primeiras repórteres fotográficas, a francesa Janine Niépce (1921-2007).
Até 07 de setembro
Palácio das Artes, em Belo Horizonte - Galeria Genesco Murta




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