Boletim Mineiro de História

Boletim atualizado todas as quartas-feiras, objetiva trazer temas para discussão, informar sobre concursos, publicações de livros e revistas. Aceita-se contribuições, desde que versem sobre temas históricos. É um espaço plural, aberto a todas as opiniões desde que não contenham discriminações, racismo ou incitamentos ilegais. Os artigos assinados são de responsabilidade única de seus autores e não refletem o pensamento do autor do Boletim.

9.5.07

Número 089






EDITORIAL

Sexta feira passada, 14 horas. Toca o telefone. Do outro lado da linha uma grande amiga, ex-aluna e que está presentemente na Holanda. Longo papo, e fico sabendo das novidades do país dos moinhos. Diz Alexia que em 9 meses de Holanda aprendeu mais História do que no curso inteiro. Já foi a todos os museus possíveis e imagináveis. Vive numa rua que é uma verdadeira ONU: tem gente do mundo inteiro, inclusive o natal, celebrado coletivamente, foi apelidado por eles de Natal da ONU. Respira-se um clima de liberdade, índices de violência mínimos, mesmo com as drogas liberadas. (Eu já havia percebido isso quando estive lá, ligeiramente, em 1996).
Mas está preocupada. E segundo ela, os holandeses também. O país que desde a época moderna se notabilizou pela tolerância, atraindo os perseguidos do mundo, agora começa a ficar intolerante com o número elevado de imigrantes que estão perturbando a paz. Referiu-se especialmente aos marroquinos, que todos temem porque picham os bondes, picham os muros e paredes, brigam...80% das ocorrências policiais envolvem marroquinos. Eles inspiram medo e o medo acaba por se dirigir também a outros imigrantes. Proibições começam a aparecer, não se aceita mais como imigrante aquele que não sabe falar a língua.
O governo socialista atual quer resolver os problemas, legalizando todos os imigrantes, mas o custo disso é muito elevado, quase um bilhão de euros. E os holandeses, de tradição hospitaleira e tolerante, acham que é dinheiro demais para gastar com “o outro”.
É..... e aí?

Na França, o candidato conservador e que chamou os jovens imigrantes e desempregados de “gentalha”, provocando aquela onda de vandalismo no ano passado... ganhou... péssimo sinal, ao que tudo indica...mais de mil carros incendiados em sinal de protesto...O novo presidente é fã incondicional dos EUA. Significará isso que a França deixará de ser opositora das ações de Bush? O que pode mudar? Muitas questões... muitas questões....

Estive, juntamente com a professora Laura Nogueira, em Diamantina, falando para os alunos do curso de Turismo da Universidade do Vale do Jequitinhonha e Mucuri. Ela falou sobre a construção da idéia de Nação no Brasil, enfocando Varnhagen, Von Martius e Joaquim Manuel de Macedo. Eu trabalhei a questão do Estado na época da Globalização e do Neoliberalismo.






FALANDO DE HISTORIA



1. Fotos raras contam história desconhecida do tráfico.
Trata-se de uma série de imagens que foram doadas ao Real Museu Naval da Grã-Bretanha. A reprodução está protegida por direitos autorais, mas você pode ver algumas fotos no site:
http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI1586119-EI8266,00.html

2. Encilhamento e Plano Real – uma história comparada? José Paulo Kupfer, do site http://www.nominimo.com.br/

Com a palavra, os acusados
Um enigma ainda desafia a história do Plano Real. Por que a insistência na valorização do real, em meio a três crises cambiais, entre o lançamento do plano, no segundo semestre de 1994, e a atropelada introdução do regime de câmbio flutuante, em janeiro de 1999?

Muitas respostas têm sido oferecidas a esta pergunta incômoda, mas nenhuma até agora foi convincente o bastante para deslindar o mistério. A última delas acaba de sair no recém-lançado livro do jornalista Luiz Nassif, “Os cabeças-de-planilha” (Ediouro, 320 páginas, R$ 39,90). A resposta de Nassif é das mais pesadas: o enriquecimento rápido e fácil de amigos e autores do plano.
“A razão é que, na partida, do Plano [Real], assim como Rui Barbosa, [os economistas do Real] não resistiram a, primeiro, dar a grande ‘tacada’ – expressão empregada pelo sócio e cunhado de Rui Barbosa, Carlito, e de uso corrente no mercado nos anos 1990, que serve para definir oportunidades únicas de enriquecimento fácil”, escreve Nasif.
O livro de Nassif é uma tentativa de explicar, no cotejo com experiências históricas de desenvolvimento de outros países, o que levou o Brasil a perder, na opinião do autor, “as duas maiores oportunidades de desenvolvimento”, a saber: o Encilhamento, na transição do Império para a República, na virada do século XIX para o XX, e o Plano Real, pouco antes da segunda metade da década de 1990.
Nassif encontra semelhanças que, para ele, parecem ir além de meras coincidências entre os autores e os operadores dos dois planos de estabilização – com exatos cem anos de diferença entre um e outro. As principais semelhanças entre Rui Barbosa, com sua equipe de financistas, e a dos economistas que, na Fazenda e no Banco Central, introduziram o Plano Real, segundo Nassif, localizam-se na aplicação de políticas públicas em benefício de interesses privados.
Quando deixou o Ministério, menos de três anos depois de sua reforma bancária, que contribuiu para a eclosão de um grande movimento especulativo, Rui era uma homem rico, presidindo empresas e bancos nascidos no Encilhamento e com diversos privilégios. Algo na mesma linha, segundo Nassif, ocorreu com os formuladores do Real: saíram ricos, como donos, sócios ou diretores de empresas financeiras.
“Nos meses anteriores [ao Plano Real]”, escreve Nassif, algumas instituições começaram a atuar pesadamente no mercado de câmbio, apostando na apreciação do real. Entre elas, a mais agressiva foi a DTVM Matrix (…) Seu principal sócio era André Lara Resende (…) Os ganhos foram obtidos em duas tacadas. A primeira, quando o dólar caiu dos esperados R$ 1,08 em que o mercado apostava para R$ 0,91. A segunda, quando despencou mais ainda, de R$ 0,91 para R$ 0,81.”
É fato que, desde o lançamento da URV, a idéia difundida pelo próprio governo era a de que o plano previa, no lançamento da nova moeda, paridade com o dólar. Mas, nas vésperas do nascimento do real, pela conversão da URV pela taxa do dólar em 30 de junho de 1994, o Banco Central estava no mercado comprando dólar a R$ 0,95. E, nos dias subseqüentes, derrubou as cotações para R$ 0,93. O sinal foi bem entendido no mercado, e o dólar, um piuco mais à frente, chegou a valer R$ 0,81.
Há uma quase unanimidade de que boa parte das atribulações vividas pelo Plano Real deriva dessa decisão, da qual até hoje não se conhece exatamente o roteiro. Nassif narra que a equipe do Real só ficou sabendo, pela palavra de Gustavo Franco, que o dólar de partida seria R$ 0,92 na antevéspera do lançamento da moeda. “O próprio Pérsio Arida considerou a cotação exagerada”, escreve Nassif, “porque a tendência seria ocorrer mais apreciação”.
No livro “A real história do Real”, da jornalista Maria Clara do Prado, que foi assessora de imprensa do ministério da Fazenda no período de implantação do plano, as várias possibilidades descritas não contemplam a decisão de partir, no lançamento da nova moeda, com o real já valorizado. Em “3000 dias no bunker”, o livro de Guilherme Fiúza que transcreve a versão do então diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central para a formulação e aplicação do Real, Gustavo Franco assume a responsabilidade pela decisão.
Para Nassif, a reação de Arida demonstrava que a decisão de valorizar o real na saída do plano tinha sido tomada por “um subgrupo dentro do Real”. Desse subgrupo fariam parte, além de Franco, Winston Fristsch e Edmar Bacha. E, de acordo com Nassif, “quase certamente”, Pedro Malan. A muito interessante entrevista de Nassif com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, feita agora em fevereiro e publicada no último capítulo do livro, também não aclara as coisas. FHC confessa que não participara da fase final do plano, mas confirma que a idéia era a de que a partida seria na paridade real-dólar.
Ainda haverá de correr muita tinta antes que a história da valorização do real entre 1994 e 1999 seja integralmente deslindada. Mas a crônica do período não pode fugir da constatação de que a teimosia com a valorização da moeda é o pano de fundo dos percalços, turbulências e disputas dentro do governo a que todos assistimos naquele período.
Para manter o câmbio valorizado, em meio a recorrentes crises cambiais – México, em fins de 1994 e 1995; Ásia, em 1997; e Rússia, no segundo semestre de 1998 – foi preciso jogar as taxas de juros na estratosfera, produzir déficits em conta corrente cavalares, ver explodir a dívida pública e queimar US$ 60 bilhões das reservas em menos de seis meses. Tudo isso para cair, em janeiro de 1999, no atropelo e de modo selvagem no regime de câmbio flutuante, a bordo de uma maxidesvalorização.
Se isso foi feito, como acusa Nassif, antes de tudo para enriquecer amigos e os próprios autores e operadores do Real, as explicações que ainda hoje não foram oferecidas com a devida transparência passam a ser moralmente indispensáveis. Com a palavra, os acusados.


BRASIL

1. Portal MEC, 24/04/2007 - Brasília DF
Especialistas em educação opinam sobre o PDE
Letícia Tancredi
Educadores, ministros, embaixadores, parlamentares, empresários e representantes de ONGs compareceram à cerimônia de lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação, nesta terça-feira, 24, no Palácio do Planalto. Confira algumas opiniões de especialistas sobre as medidas:
Timothy Mulholland — Reitor da Universidade de Brasília — “O plano é louvável por seu espírito e pelos mecanismos que serão instalados para seu funcionamento. É uma conquista para a autonomia universitária e vai ajudar a tornar a gestão das universidades mais fluida e mais ágil. Outro grande problema nosso é a gestão de pessoal que, agora, também vai ganhar com a medida de liberação da reposição de quadros.”
Paulo Speller — Presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) — “É um ato de coragem do governo federal de colocar a si próprio na linha de frente do compromisso para, de uma vez por todas, dar início ao processo de construção de uma educação pública de qualidade, que nós nunca tivemos neste país. Educação no Brasil sempre foi sinônimo de privilégio para os filhos da elite. É a primeira vez que nós temos no nosso país um plano que busca levar essa qualidade para o conjunto da sociedade.”
Carlos Abicalil — Deputado federal (PT/MT) e membro da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados — “Essas medidas dão instrumentos operacionais para que o governo conduza uma construção de qualidade da oferta educacional brasileira. Já estamos em uma outra etapa no nível da educação e creio que o próximo século será assegurado pela vigilância e mobilização popular e por uma resposta adequada do poder público.”
Cláudio Gomes — Diretor-geral do Cefet-CE — “O PDE representa um dos maiores avanços da educação brasileira nos últimos anos. E a criação de novas unidades dos Cefets, escolas técnicas e agrotécnicas em todo o Brasil é fundamental para o desenvolvimento sustentável do país, principalmente porque essas unidades estão indo para o interior, onde as oportunidades de formação profissional dos nossos jovens são muito escassas.”
João Dilmar — Prefeito de Limoeiro do Norte (CE) e presidente da Associação dos Prefeitos do Ceará — “Chegou o momento de um desenvolvimento mais integrado da educação neste país. O tempo de permanência do aluno na escola é muito importante para a gente lá no Nordeste. Com a implementação do plano vamos ter uma educação de qualidade.”
Maria do Pilar Lacerda — Presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) — “Talvez a grande revolução do plano seja a de lançar um olhar cuidadoso para aqueles municípios que nunca conseguiram chegar a Brasília para reivindicar seus direitos e que têm menos recursos e os menores índices de desenvolvimento. Nós, secretários municipais de educação, estamos entusiasmados com a possibilidade de que o plano tenha impacto na escola rural do menor município brasileiro. Outro aspecto importante é o foco dado à família. Os dirigentes municipais estão muito engajados nessa proposta. É importante saber
que tem um movimento nacional hoje e que não é só do governo, é da imprensa, sociedade, de pais e mães, pois não dá para se trabalhar mais nos padrões de qualidade que se trabalhava no Brasil até então.”
Suely Rodarte — Secretária municipal de educação de Carmo da Cachoeira (MG) — “Nunca é tarde. Hoje, todos nós, os municípios mais distantes, estamos envolvidos e participantes dos planos de educação. Esse plano vai nos levar à equiparação com outros países. A educação não é mais plano político, agora é plano de nação. Ela começa a ter toda a sua firmeza. Dou o exemplo da minha cidade, que é um município de 13 mil habitantes no sul de Minas, em que hoje está sendo criado um pólo da Universidade Aberta do Brasil (UAB).”
Célio da Cunha — Especialista em educação da Unesco no Brasil — “O ponto mais global do plano talvez seja o fato de que a concepção pedagógica está focada na aprendizagem. O plano tem a grande meta de substituir uma cultura já arraigada há décadas na educação, que é a cultura do fracasso, substituindo-a por uma cultura da aprendizagem, do sucesso. É uma aprendizagem com cidadania, com formação ética. Essa é a grande virtude. Para atingir esse objetivo o plano tem o cuidado de atuar simultaneamente em diversas variáveis, por exemplo, no piso dos professores, o que reconstrói a auto-estima do professor brasileiro. A escola passa a ser uma agência de aprendizagem e cidadania. Não é um plano para um governo, como o ministro enfatizou, é um plano com objetivo de se tornar uma política de estado.”

2. Do Jornal Brasil de Fato:
A pedagogia de uma vida
Com a perspectiva da transformação da realidade, Paulo Freire continua presente em salas de aula de todo o Brasil; morte do educador revolucionário completa 10 anos.

3. Transgênicos
Em entrevista ao Brasil de Fato, a pesquisadora estadunidense Anne Petermann alerta para os impactos sociais e ambientais dos planos das empresas Aracruz Celulose, Suzano e International Paper para o Brasil

4. Portal UOL Educação, 04/05/2007
Brasil pode ter 478 novos cursos de mestrado e doutorado
Da redação em São Paulo

A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) iniciou nesta semana o processo de avaliação de 478 propostas de novos cursos de mestrado e doutorado encaminhadas pelas instituições de ensino superior neste ano. Do total, 282 são de mestrado acadêmico, 82 de mestrado profissional e 112 de doutorado. A área que mais recebeu propostas foi a multidisciplinar, que inclui o ensino de ciências e matemática: foram 82 projetos -- um crescimento de cerca de 12% comparado a 2004. Cerca de 750 consultores de 45 áreas do conhecimento irão participar do processo de análise das propostas encaminhadas. A Capes avalia se esses projetos atendem ao seu padrão de qualidade: qualificação e experiência do corpo docente, infra-estrutura física e compromissos da instituição quanto ao apoio prioritário ao curso. Neste ano, o Sudeste foi o que mais apresentou propostas, com 198, seguido do Nordeste, com 112. Em terceiro lugar, vem a região Sul, com 89 propostas. O Norte enviou à Capes 29 propostas, e o Centro-Oeste, 50. Em 2006, a entidade recebeu 449 propostas e aprovou 323 novos cursos.

5. O Povo, 05/05/2007 - Fortaleza CE
Escola de classe
No Canadá, por exemplo, a escola pública é financeiramente mantida por uma taxa escolar cobrada aos proprietários residenciais
André Haguette
Nos últimos dias, muitos educadores e assim chamados especialistas comentaram as medidas do PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação) anunciado pelo governo federal e os (péssimos) resultados escolares do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), novo indicador de qualidade do ensino. Desta forma a educação escolar ganhou as manchetes dos principais meios de comunicação, fato tão raro quanto importante.
Os comentários emitidos o foram quer numa perspectiva pedagógico-didática, quer numa perspectiva administrativa e de gestão; ninguém, que eu tenha lido ou ouvido, se colocou na perspectiva de uma sociologia da educação. Se alguém o tivesse feito teria constatado que as escolas brasileiras são escolas de classe e que aí reside a principal e socialmente insuperável (insuperável mesmo?) causa do debilitado e anêmico binômio ensino/aprendizagem na suposta escola pública.
Digo "suposta escola pública" por ter dúvidas sobre a natureza propriamente pública do sistema escolar assim denominado. No sentido forte da palavra, público significa o que pertence ou é destinado a todos, ao povo, à coletividade; o que é administrado e mantido para servir a todos; o que é de responsabilidade de todos. Em sã consciência alguém pode dizer que a escola básica pública é destinada, administrada e de responsabilidade da coletividade? Houve uma época em que a elite freqüentava a escola pública e o povo não tinha acesso a escola nenhuma; hoje, as classes altas e médias freqüentam a escola privada e as classes pobres, a escola pública.
Em nenhuma circunstância as diversas classes estudam juntas, o que penaliza a escola dos pobres. Considero que o caráter de classe da escola pública seja o principal fator de seu baixo desempenho, situação que nenhum governo se atreve a mudar, já que teria que promover um único sistema de ensino, público, administrado e freqüentado por todas as classes sociais. A divisão de classes entre os sistemas escolares não é obra do acaso; ela é o resultado de ações deliberadas.
Há países, o Canada, por exemplo, em que a escola pública é financeiramente mantida por uma taxa escolar cobrada aos proprietários residenciais; no Brasil, ela é financiada pelo sistema geral de imposto cobrado de todos, indiferentemente de sua situação financeira. Mais ainda, o governo devolve às classes abastadas boa parte de suas despesas com a escola particular sob forma de dedução no imposto de renda. Isto é, a escola privada é subsidiada. Enquanto a escola privada é subsidiada, a escola dita pública padece. Mas afinal, que diferença faz? A escola pública não é mesmo para pobres!
Meu argumento não se restringe ao Brasil. Em todos os países em que a escola pública se destina somente à população pobre, o processo ensino/aprendizagem é fragilizado. Lá onde a escola pública é de boa qualidade é onde ela é compartilhada por alunos de todas as classes. Haverá surpresa nisso?

6. IMPRENSA
Apesar de ser o candidato de continuidade do governo de Chirac e ter sido ministro, Sarkozy conseguiu difundir a idéia de que era ele o candidato da mudança. Ségolène ficou sendo a candidata do continuísmo das causas de uma “França atrasada”. - 07/05/2007


NOTICIAS

1º SEMINÁRIO “RESPONSABILIDADE SOCIAL/FGR – CONTRIBUIÇÃO DE TODOS: CASOS DE SUCESSO”
Objetivo: O objetivo do Seminário é disseminar a cultura da responsabilidade social de todos os atores da sociedade, promovendo a busca de seus pontos de convergência e estimulando o trabalho conjunto em favor da melhoria do bem estar das comunidades, divulgando seus casos de sucesso.
1) Tempo de duração do seminário – 8 horas
Dividido em 1 dia de 8 horas (4 horas na parte da manhã e 4 horas na parte da tarde)
2) Data: 01 de junho de 2007 (sexta-feira).
3) Local: Auditório UNA – Campus Aimorés (Rua Aimorés, 1451, Bairro Lourdes, Belo Horizonte – MG)
4) Número de participantes esperados – 200 pessoas
5) Forma de inscrição: On Line – pelo site da FGR (http://www.fgr.org.br/) – R$10,00 (dez reais). Os valores arrecadados serão investidos em programas e projetos sociais da FGR.
6) Programação:
08h00 às 09h00 – Café da Manhã – Recepção - Credenciamento
09h – Abertura – Hino Nacional – Programa “Artistas da Paz: Cidadania e Segurança Também se Fazem com Música”
09h20 – Palestra 1 – “Políticas Setoriais do Estado” – SEDESE - Secretaria de Desenvolvimento Social – 40 minutos
10h15 – Abertura para perguntas
10h20 - Palestra 2 – “Rede Colaborativa de Sabará” – Fundação Belgo Grupo Arcelor – 40 minutos
11h10 – Abertura para perguntas
11h30 às 13h00 – Almoço
13h – Palestra 3 – “Garantia dos Direitos das Crianças e Adolescentes” - CEDCA/MG – Conselho Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente do Estado de Minas Gerais.
13h45 – Abertura para perguntas
14h – Mesa Redonda – Responsabilidade Social : Contribuição de Todos – Mostra de Casos de Sucesso
· Toshiba do Brasil (20 minutos);
· PMMG – Polícia Militar de Minas Gerais (20 minutos);
· Fundação CDL Pró Criança (20 minutos)
· FUNDAÇÃO GUIMARÃES ROSA (20 minutos)
· SEDS - Secretária de Defesa Social de Minas Gerais
15h50 – Abertura para perguntas
16h – Coffe Break
16h15 – Palestra 3 “Terceiro Setor e Filantropia: O Desafio das Fundações” – FUNDAMIG – Federação Mineira de Fundações de Direito Privado
17h – Abertura para Perguntas
17h20 – Encerramento
2.


COORDENAÇÃO CIENTÍFICA:Prof. Clovis Beznos (SP)Prof Márcio Cammarosano (SP)Prof. Paulo Modesto (BA)
LOCAL
Bahia Othon Palace Hotel
PROMOÇÃO
Instituto Brasileiro de Direito do Estado - IBDE
Instituto Brasileiro de Direito Público - IBDP
REALIZAÇÃO: Lato Sensu Eventos
DIVULGAÇÃO NA WEBhttp://www.direitodoestado.com.br/


SITES

1. Revista Eletrônica de Direito do Estado
2.Revista Eletrônica da Reforma do Estado
3. Revista Eletrônica de Direito Administrativo Econômico
4. Biblioteca Virtual
Os donos da terra - “descoberto em 1500.” Será?? Teria sido mesmo uma “descoberta”? Ou será que foi uma “invasão”?07/05/2007
b)Filmes
Hércules 56 - documentário sobre a luta armada contra o regime militar. PROMOÇÃO do Historianet e Rio Filmes, confira!07/05/2007

c) Atualidades
O Preço da Fé - O Papa Bento XVI visita o Brasil. Diante desta tradição católica em realizar grandes “espetáculos” religiosos, valorizando, sobretudo, o aspecto visual, é prudente levantar algumas perguntas...07/05/2007

6. No http://www.tamoscomraiva.blogger.com.br/
Qual a verdadeira face de Ratzinger?


LIVROS E REVISTAS

1.


Recebo da Editora Contexto o comunicado que meu livro Historia do Tempo Presente já está em segunda edição... Legal!!!








2. Revista Cult de maio – Dossiê Arquitetura e artigos sobre as Divas do cinema.

3. Revista de História da Biblioteca Nacional, nº 20. Dossiê Nazismo no Brasil. Artigos principais: Greve na Corte – Som Caipira – O Uraguai, de Basílio da Gama – A face de Zumbi – A cor da fé – São Galvão – Entrevista com Stuart Scwarcz.

4. Resenha:
Sílvio Correa e Juliana Bublitz. Terra de promissão: uma introdução à Eco-história da colonização do Rio Grande do Sul. Santa Cruz do Sul/Passo Fundo: UNISC/UPF, 2006
Resenha de René Gertz.
Leia em: http://www.espacoacademico.com.br/072/72res_gertz.htm

5. Em comemoração aos 20 anos, a Editora Contexto fez uma parceria com a Livraria Cultura e está oferecendo condições diferenciadas em uma lista de livros especialmente selecionada.
A promoção é válida entre 07 e 30/05/2007, tanto na loja virtual quanto nas lojas físicas da Cultura.
Entre as obras selecionadas estão: O Brasil no contexto – História das Guerras – Minha história das mulheres – História da Cidadania – História do amor no Brasil – Os Espanhóis – 50 grandes educadores modernos – 50 grandes filósofos – Práticas de cidadania – O mundo muçulmano – Dicionário de análise do discurso – Discurso das mídias – Discurso Político – Palmares – História das mulheres no Brasil – No tempo das especiarias – Hungria,1956 – Fontes históricas – Discurso literário – Dicionário de Conceitos históricos – Castello – História das crianças no Brasil – 50 grandes pensadores da História – 50 grandes estrategistas das relações internacionais – Os italianos – Cultura e elegância – História das relações de gênero – Dicionário de datas da história do Brasil – O Brasil tem futuro? – Os riscos.




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