Boletim Mineiro de História

Boletim atualizado todas as quartas-feiras, objetiva trazer temas para discussão, informar sobre concursos, publicações de livros e revistas. Aceita-se contribuições, desde que versem sobre temas históricos. É um espaço plural, aberto a todas as opiniões desde que não contenham discriminações, racismo ou incitamentos ilegais. Os artigos assinados são de responsabilidade única de seus autores e não refletem o pensamento do autor do Boletim.

7.4.10

Numero 229




A ANPUH soltou um editorial em seu último boletim, posicionando-se a respeito da aprovação do projeto de lei que cria a profissão de Historiador. Concordamos plenamente com a atual diretoria. Sabemos que muitos colegas se opuseram ao projeto, mas, como se afirma no último parágrafo deste editorial, acreditamos ser necessário que nossa profissão seja reconhecida e regulamentada:
Ser contrário à regulamentação é afirmar publicamente, para toda a sociedade, que nossa formação é dispensável, que os cursos que fizemos são desnecessários, que as habilidades e competências que tivemos que desenvolver mediante horas de estudo, de dedicação e de trabalho podem ser acessíveis a qualquer amador que se arvorar a freqüentar os arquivos e se dispor a ministrar aulas de história.

A seguir, o editorial:


Por que somos favoráveis à regulamentação da profissão de historiador?
No último dia 10 de março foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal o projeto de lei n. 368/2009 de autoria do Senador Paulo Paim que regulamenta a profissão de historiador. O projeto segue agora para a Câmara Federal onde deverá ser analisado.
No processo de mobilização para a votação desta proposta surgiram algumas vozes discordantes em relação à regulamentação da profissão. Respeitamos profundamente a opinião de todos aqueles que adotaram tal posição. Uma democracia é feita através da manifestação livre de todas as ideias, do debate público e qualificado de todas as posições, por isso apresentamos a seguir o ponto de vista que pautou a atuação da atual diretoria da ANPUH – Associação Nacional de História quando do processo de votação dessa matéria e que pautará sua atuação agora que o projeto tramitará na Câmara dos Deputados.
O que significa regulamentar? Significa definir legalmente os contornos do exercício profissional, significa fixar requisitos para que esse exercício se faça, significa precisar as competências e as habilidades que o profissional deve ter para exercer uma dada profissão, ou seja, regulamentar significa dar estatuto legal a uma profissão, significa o Estado reconhecer a sua existência e, portanto, significa dar uma identidade jurídica e pública ao exercício de uma dada profissão. Regulamentar, em síntese, significa passar a existir de fato e de direito como profissional.
Para a ANPUH a regulamentação da profissão de historiador significa, portanto, o reconhecimento social e jurídico do historiador como um profissional, a quem passa-se a atribuir dados direitos e dadas obrigações perante a sociedade. Para nós, o Estado brasileiro milita em uma contradição ao não reconhecer a profissão de historiador e, ao mesmo tempo, regular, reconhecer e avaliar cursos universitários que formam profissionais nesta área. Se o Estado reconhece que para ser historiador é preciso ter uma dada qualificação, que deve-se exigir determinadas habilidades e competências definidas nos Projetos Político-Pedagógicos dos cursos de História por ele aprovados, deve reconhecer também que nem todo mundo pode ser historiador e, portanto, é preciso que uma lei defina os contornos de nossa profissão. O mesmo raciocínio se aplica àqueles que são habilitados por diplomas de cursos superiores para atuarem na área de História e àqueles que estão nos bancos escolares das instituições de ensino superior cursando História: como podem ser contrários ao reconhecimento legal daquilo que fazem, como podem ser contrários que se definam limites para o exercício profissional, como podem ser contrários a que o Estado reconheça sua existência como profissional com uma qualificação específica que lhe confere a competência para o exercício de dadas atividades? A ANPUH é favorável à regulamentação e, não poderia ser diferente, porque quer que os profissionais que representa tenham existência jurídica, sejam reconhecidos pelo Estado e pela sociedade brasileira.
A Constituição Federal em seu artigo quinto, inciso décimo terceiro, define que é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, desde que atendida à qualificação profissional que a lei estabelecer. A lei que regulamenta a profissão de historiador nada mais faz do que cumprir o mandato constitucional definindo que qualificação deve ter aquele que exerce esta atividade: a exigência de diploma de curso superior em História, ou diploma de Mestrado e Doutorado em História. Este mesmo artigo da Constituição Federal prevê que no interesse da sociedade pode-se criar restrições a esta ampla liberdade de exercício profissional, quando ela possa causar sérios danos à sociedade. Entendemos que o exercício do ensino e da pesquisa em história feito por profissionais não habilitados causa sério dano à sociedade, à medida que não se tem um ensino e uma pesquisa de qualidade, feitas com as necessárias competências e com os necessários conhecimentos teóricos e práticos.
O movimento em torno da regulamentação das profissões remonta ao imediato pós-Segunda Guerra Mundial, como resposta às crescentes demandas dos trabalhadores pelo reconhecimento de seus direitos. Ele é contemporâneo e está relacionado à criação da Organização Internacional do Trabalho, do estabelecimento das primeiras convenções da OIT, da emergência dos Estados de Bem-Estar Social. No Brasil, foi neste contexto que as primeiras profissões foram regulamentadas. Tendo como exceção a profissão de leiloeiro que foi regulamentada ainda em 1932, a maioria das profissões consideradas de maior prestígio social foi regulamentada ente as décadas de 1940 e 1960: contabilista (1946), economista (1951), químico (1956) médico (1957), geólogo (1962), psicólogo (1962), estatístico (1965), farmacêutico (1966) , engenheiro, arquiteto e agrônomo (1966), jornalista (1969), entre outras. Ao contrário, portanto, do que alguns afirmam, a regulamentação profissional não é um tema do discurso ou da “ideologia neoliberal”. O neoliberalismo, pelo contrário, vem sendo responsável pela crescente resistência por parte do Congresso Nacional e por parte do Judiciário brasileiro em regulamentar as profissões. O episódio recente da desregulamentação da profissão de jornalista por parte do Supremo Tribunal Federal a pedido dos grandes grupos econômicos que dominam os meios de comunicação do país é exemplar da prevalência desta forma de pensamento em setores das elites brasileiras. Um dos princípios fundamentais do neoliberalismo é, justamente, o da flexibilização e da desregulamentação profissional, levando a uma precarização do trabalho e à possibilidade do pagamento de salários mais baixos a profissionais ditos flexíveis ou despreparados.
Por isso, a ANPUH é favorável à regulamentação profissional. Ela vai na contramão da vaga neoliberal que aposta na precarização jurídica das profissões visando a aviltar as condições de trabalho e de exercício profissional, permitindo a maximização dos lucros das empresas que contratam estes profissionais. Quem conhece a realidade das empresas de educação, do ensino privado e mesmo do ensino público, em dadas áreas do país, sabe que a regulamentação de nossa profissão é não só uma necessidade premente, como sabe que danos esta não regulamentação causa aos nossos profissionais. Não é mera coincidência que a bancada ligada ao ensino privado no Congresso Nacional seja reativa a qualquer iniciativa que vise a regulamentar profissões como a nossa. Como o próprio projeto aprovado no Senado reconhece, sem a regulamentação fica-se sujeito a que pessoas não qualificadas tecnicamente ou não habilitadas para o exercício profissional do ensino, da pesquisa, da assessoria, do planejamento e da gestão na área da História possam ser contratadas para exercer estas atividades mediante uma remuneração aviltada em seus valores.
A luta pela regulamentação da profissão de historiador já se arrasta por quarenta e dois anos, desde 1968 (no site da ANPUH está disponível um dossiê que historia todo este tortuoso processo). Nove projetos neste sentido já foram apresentados à Câmara dos Deputados. E há quem diga que não ocorreu ainda o necessário debate, que adotamos uma posição pragmática e de afogadilho. Cremos que as instituições, notadamente aquelas que agrupam historiadores ou futuros historiadores, devem possuir memória. Não se pode a cada nova diretoria eleita começar-se o debate sobre dadas questões como se não houvesse toda uma história de lutas anteriores. Sabemos que as posições podem ser modificadas mediante novas conjunturas, mas mesmo nesse caso deve-se levar em conta a trajetória anterior da instituição. No âmbito da ANPUH há toda uma história de debates em torno da regulamentação profissional. Diretorias anteriores participaram ativamente do debate e da elaboração de propostas neste sentido. Em nenhuma instância oficial da entidade foi votada e aprovada posição contrária à regulamentação, portanto, cabia a esta diretoria, quando surgiu a iniciativa vinda do Senado, se empenhar para sua aprovação. Mediante carta aberta a toda a comunidade de historiadores, a Associação deixou clara qual seria sua estratégia, ou seja, a de não propor qualquer modificação no texto neste momento. Fazer política requer perceber os momentos favoráveis, definir estratégias viáveis, sob pena de nunca se conseguir o que se quer. Avaliamos que o contexto era favorável, mas por estarmos num ano eleitoral, se a votação não ocorresse este semestre não seria feita este ano e sendo o final de uma legislatura, o projeto não sendo aprovado em 2010, seria arquivado, tal como manda o Regimento Interno do Senado. Esta é a situação do projeto que tramita atualmente na Câmara dos Deputados. Ele caminha para ser arquivado ao final do ano com o fim da legislatura sem que sequer tenha recebido um parecer favorável ou contrário dos sete relatores que já foram para ele designados. Ter um projeto aprovado no Senado era estrategicamente fundamental, pois, agora, ele não pode mais ser arquivado ao final das legislaturas. A Câmara terá que obrigatoriamente analisá-lo, se posicionando contra ou a favor. Podemos agora prosseguir o debate em torno de um projeto já aprovado para aperfeiçoá-lo. Uma circular neste sentido foi enviada a todas as nossas Seções Regionais, solicitando que a regulamentação seja tema de discussão e deliberação nos Encontros Estaduais da ANPUH, que ocorrerão este ano, onde todas as posições poderão ser colocadas.
Consideramos que a regulamentação da profissão de historiador é uma questão de justiça e de equidade de direitos, já que outras profissões da mesma natureza que a nossa já foram regulamentadas, algumas das quais mantendo clara interface com as atividades que exercemos, como por exemplo, as profissões de geógrafo, de sociólogo, de museólogo e de arquivista. Somos uma das áreas de formação profissional mais antiga do país e com uma importância social indiscutível, já que exercemos nossa atividade no âmbito da educação, da cultura, da memória, do patrimônio histórico e artístico que são áreas de interesse social prioritário. O Congresso Nacional aprovou recentemente a regulamentação de profissões como de enólogo (2007), garimpeiro (2008,) oceanógrafo (2008), bombeiro civil (2009), moto taxista e moto boy (2009) e turismólogo (2010), o que reforça a nossa reivindicação em torno do reconhecimento profissional de uma categoria das mais numerosas do país.
O projeto aprovado tem o mérito, a nosso ver, de ser singelo e, ao mesmo tempo, de garantir a maioria das nossas históricas reivindicações. Somos de opinião de que um projeto de lei quanto mais detalhado, buscando a situação ideal e prevendo todas as situações particulares possíveis de ocorrer, favorece aqueles que são contrários à regulamentação no Congresso Nacional, pois quanto mais detalhado é um projeto mais ele abre margem para ser contestado. Às vezes um pequeno dispositivo pode favorecer a contestação e a derrubada do projeto. Cremos que a concisão e a objetividade são um dos méritos da proposta aprovada. Ao mesmo tempo ele garante reivindicações históricas nossas como: o reconhecimento de que o historiador é tanto o bacharel quanto o licenciado em história; reconhece como atribuições do historiador não só a pesquisa e o ensino de história, mas o planejamento, a organização, a implantação e a direção de eventos ou exposições que envolvam temas históricos; a assessoria na avaliação e seleção de documentos para fins de preservação; a emissão de pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre temas históricos e que os estabelecimentos que prestam serviços na área de História deverão manter em seus quadros profissionais habilitados nesta área. Há manifestações de apreensão quanto aos desdobramentos burocráticos e de controle que a regulamentação implica. É sabido que a institucionalização da profissão conduz ao reconhecimento profissional, significa existirmos enquanto profissão, podendo, por exemplo, ser realizados concursos específicos para provimento do cargo de historiador em instituições públicas e privadas, o que não pode ocorrer enquanto não tivermos a profissão regulamentada. O projeto aprovado reserva o provimento de cargos, funções ou empregos de historiador aos portadores de Diplomas de graduação, mestrado ou doutorado em história. Isso implica o necessário registro profissional que, no projeto aprovado no Senado Federal, deverá ser feito junto às Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego do local onde o profissional irá atuar, ou seja, a única burocracia que a regulamentação profissional trará será a de ter o historiador que comparecer, após o término da graduação ou do curso de pós-graduação que o habilita como profissional de história, munido do diploma, à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego e registrar-se como profissional. O projeto não prevê e nem a ANPUH pensa em reivindicar a criação de Conselhos Nacional e Regionais para fiscalizar o exercício da profissão, muito menos a realização de uma prova como a exigida pela OAB para a concessão do registro profissional. A ANPUH não pretende tornar-se órgão de fiscalização profissional e sim continuar sendo entidade de representação profissional. Os profissionais de História, atuando no ensino ou na pesquisa, já são submetidos a constantes processos de avaliação de suas habilidades e competências. Para a entrada no serviço público, seja em que nível for, são submetidos a concursos públicos e seu desempenho é acompanhado pelas diferentes modalidades e formas de avaliação do ensino e da pesquisa instituídas pelos Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia. Mesmo atuando na iniciativa privada, o profissional de história já está sujeito a periódicas avaliações, o que torna sem qualquer sentido a criação de instâncias de controle do desempenho. Os problemas éticos e jurídicos que podem envolver a atuação dos profissionais de história quando não já estão previstos na legislação, podem ser objeto de um código de ética específico, em debate atualmente no âmbito da ANPUH, sem que para isso seja necessária a criação de um aparato burocrático específico.
A luta pela regulamentação da profissão significa, portanto, para a ANPUH, a luta pelo reconhecimento profissional, a luta pela cidadania plena dos historiadores, a luta pela dignidade no exercício da profissão, o que não está em desacordo com a solidariedade necessária à luta de todos os trabalhadores pela dignidade do próprio trabalho e por seus direitos, mas, pelo contrário, é um capítulo desta luta, à medida que combate a precarização do trabalho, a desregulamentação das profissões, que só pode aparecer como um paraíso cor-de-rosa àqueles que defendem posições românticas e desligadas de uma análise mais atenta da realidade, já que não existe ordem social desinstitucionalizada ou possibilidade de se estar completamente fora do ordenamento social.
O que não está institucionalizado, o que não está instituído nem por isso deixa de estar submetido ao ordenamento social, só que quase sempre de forma subalterna. Não estar regulamentado profissionalmente nada tem que ver com liberdade do trabalho, - a não ser com a liberdade do liberalismo que sabemos a quem serve -, mas quase sempre com uma subordinação e uma subalternidade ainda maior. Não somos contrários ao reconhecimento como historiadores, inclusive por parte da lei, com a proposição de uma emenda ao projeto aprovado no Senado, quando da tramitação na Câmara, daqueles profissionais com outras formações que militam há certo tempo, a ser definido em nossas discussões, no campo da história ou que possuem notório saber, adquirido através de uma prática durante anos, em nossa área do conhecimento. Mas somos contrários a que qualquer pessoa, sem a menor qualificação profissional, possa se dizer historiador e ocupar cargos, funções e empregos que devem ser reservados aos profissionais habilitados nesta área. Somos favoráveis à regulamentação da profissão porque valorizamos o trabalho que fazemos, porque sabemos todo o esforço que empreendemos para formar profissionais nesta área, porque como profissionais em atividade sabemos quão árdua foi toda a preparação que tivemos que fazer para exercer o nosso ofício com competência e com conhecimento de causa. Ser contrário à regulamentação é afirmar publicamente, para toda a sociedade, que nossa formação é dispensável, que os cursos que fizemos são desnecessários, que as habilidades e competências que tivemos que desenvolver mediante horas de estudo, de dedicação e de trabalho podem ser acessíveis a qualquer amador que se arvorar a freqüentar os arquivos e se dispor a ministrar aulas de história.




Minha colega e amiga Margareth enviou esta semana um email, com uma carta de uma arte-educadora paulista ao Gilberto Dimenstein. Como se sabe, Dimenstein publicou, na Folha de São Paulo, artigo criticando a greve dos professores.
Nes
ta carta, ela critica a postura de Dimenstein:

Exmo. Sr. Gilberto Dimenstein,
Parece óbvio que V. Sa. se informa mesmo através do jornal Folha de São Paulo, dada a insensibilidade manifestada no artigo "Professores dão aula de baderna", sobre a a greve e o ataque da polícia aos professores - jornal este que eu e toda a sociedade excluída - inclui-se aí sim (!), os professores e os policiais estaduais - , pagamos (contrariados) para existir; e que, no final, publica desinformação, na medida em que distorce POLITICAMENTE as informações em favor do cliente financeiro, o Governo do Estado de SP.
Típica reação e opinião, a vossa, tucano-reacionário-psdbista, de gente que nunca viu de verdade, por dentro, uma escola estadual funcionando (no Campo Limpo, Jaraguá, Cidade Tiradentes, Heliópolis, Parelheiros ou em Paraisópolis, por exemplo); que pensa que salário de R$1.200,00 é bom para professor (já que são baderneiros) que trabalha o total de 24 h semanais, atendendo a um mínimo de 480 estudantes - mas, no entanto, paga R$ 1.800,00, ou mais, para cada um dos filhos estudarem em escolas da Vila da vida (!); que não verifica o que é mesmo fato, naquilo que o governo publica; que não fiscaliza obras publicas nas escolas; que faz vista grossa e "faz de conta" que acredita na boa intenção desses, mas verdadeiro objetivo é a manipulação da opinião pública (por isso, opinião POLÍTICA), em favor de pessoas anti-democráticas, arrogantes, "capitães hereditários" e anti-povo como os EXMOS. Secretário de Educação e o Governador.
O Sr. não se esforça por constatar que toda manifestação social é, sim, POLÍTICA!!! Como não ser esta opinião e a vossa opinião políticas também? Todo pensamento reacionario ou não acerca desse ou qualquer outro fato público é político. Portanto, toda greve é ação e reação POLÍTICA!
Na ONG que representas, Cidade Escola Aprendiz, como trabalham nos seres humanos o tal do "resgate da auto-estima", para no futuro atuarem politicamente ou para serem carregadores da vossa cartola?
Se houve vantagem em ter lido esse artigo, é que ele foi capaz de me mobilizar e resgatar o meu senso POLÍTICO. A partir de agora mesmo estou a trabalhar forte, com toda a minha capacidade persuasiva, para que mais pessoas na sociedade se solidarizem com a questão e mais professores paralisem. Vou começar por esta mensagem, disparando-a com cópia oculta para toda a minha rede de amigos.
Nesse sentido, tenho que agradecer ao Sr Dimenstein pela motivação que despertou em mim. Ao menos existe o Observatório da Imprensa que publicou o artigo, com o qual concordo plenamente, "Imprensa paulista menospreza greve dos professores".
Sem mais, Ita Rocha Educadora em Artes Visuais


E mais um artigo comenta a greve dos professores de São Paulo:

Professores lutam por salários, mas também pela refundação da educação pública

Marcado por violenta repressão das forças oficiais, o movimento grevista conseguiu uma expressiva adesão na classe docente, escancarando que algo de muito podre paira sobre a educação pública, a despeito do forte exercício publicitário de que o número de alunos matriculados cresceu vertiginosamente nos últimos anos. O que não necessariamente possui conexão com a qualidade do ensino oferecido, como nos esclarecem as estatísticas acerca do altíssimo analfabetismo funcional que assola o país.
Leia a matéria completa em:
http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4510/9/





Índios guaranis vivem situação de extermínio silencioso
Um recente relatório da organização indigenista Survivor International (ver aqui) trouxe novamente à luz a deplorável situação humanitária vivida pelos índios Guarani Kaiowá no estado do Mato Grosso do Sul. Como se sabe, há milhares de indígenas vivendo em condições absolutamente degradantes enquanto esperam, à beira de estradas, pela demarcação de seus territórios, como ordena nossa Constituição.
http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4500/9/



No Café Historia desta semana:

MISCELÂNEA
Memórias de uma Segunda Guerra Mundial sem Fim
“The Pacific”, nova produção do canal HBO, chega ao Brasil e promete agradar aos fãs e estudiosos da Segunda Guerra Mundial. Confira o texto e saiba o motivo de tanta expectativa.

Editais de concursos, notícias sobre história, dicas de blog, artigos sobre educação e muito mais!
CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS
Museu Imperial de Petrópolis completa 70 anos
Estranho sarcófago descoberto na antiga metrópole de Gabii
GALERIA CAFÉ
Os trabalhos do artista japonês Katsushika Hokusai (1760-1849)
VÍDEOS
Antigo Egito - As Pirâmides Perdidas de Caral
FÓRUNS
Quais as principais vantagens da educação a distância ?
FOTO HISTÓRICA
O desenho de soldados russos, provavelmente feito por militar alemão, durante a Campanha da Rússia na Segunda Guerra Mundial. Confira:
http://cafehistoria.ning.com/photo/1980410:Photo:48264
Visite Cafe Historia em:

Não conhecia esse blog, mas achei bem interessante para saber "coisas" que a grande (?) imprensa não publica; quem quiser acessar então...
http://namarianews. blogspot. com/2010/ 03/amor-com- amor-se-paga- licao-de- um.html




Mais um número da Revista Aulas disponivel na internet:
www.unicamp.br/~aulas


Destaque para
Foucault e as Estéticas da Existência
organizado por Margareth Rago







Terceira etapa da grande crise: a Grécia em toda parte
À sombra da crise financeira, floresce sobretudo na Europa o negócio com a dívida pública. Os Estados são os melhores devedores que um credor pode desejar. A lógica é perversa e beira o surrealismo. Nos últimos meses, o Banco Central Europeu inundou os bancos europeus com créditos baratos, negando-se ao mesmo tempo a emprestar dinheiro a Estados membros em dificuldade. Os bancos europeus – a começar pelos alemães – tomaram empréstimos do BCE a juros ínfimos para oferecê-los como empréstimos ao Estado grego com taxas de juro elevadíssimas. Ao mesmo tempo, como resposta à crise, propõe novas "reformas" neoliberais. O artigo é de Michael Krätke
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16502&boletim_id=666&componente_id=11085



A Globo e a ditadura, segundo Walter Clark
O livro “O Campeão de Audiência”[/i] é uma contribuição importante para a compreensão das relações muito especiais entre a TV Globo e o regime militar à sombra do qual floresceu. Além disso, mostra como o jogo de cumplicidade com o regime confundia-se com a luta interna pelo poder dentro da Globo, arbitrada por Roberto Marinho e envolvendo não apenas Clark e Boni, mas também o segundo escalão - Joe Wallach, Arce (José Ulisses Alvarez Arce) e, em especial, o diretor de jornalismo Armando Nogueira. O artigo é de Argemiro Ferreira.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16498&boletim_id=665&componente_id=11075






INFORMATIVO ANPUH

II Prêmio Tese de Doutoramento ANPUH.
Entre 01 de abril a 30 de abril de 2010, estarão abertas as inscrições para 2° Prêmio Tese de Doutoramento ANPUH. O objetivo do prêmio é distinguir uma tese de doutoramento, defendida em programa de pós-graduação brasileiro na área de História, no decorrer dos anos de 2008 e 2009. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente pelos Programas da área junto à ANPUH Nacional. A tese escolhida será publicada pelo selo da Fundação Editora UNESP e será lançada no Simpósio Nacional da ANPUH, a realizar-se em julho de 2011 em São Paulo, na Universidade de São Paulo.
Concursos e processos seletivos:
PROFESSOR DE HISTÓRIA - VÁRIAS ÁREAS
Instituição: Universidade Federal Fluminense - Campos dos Goytacazes (UFF)
Inscrições: até 16/04/2010
CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR DE HISTÓRIA
Instituição: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - Campus Bragança Paulista (IFSP)
Inscrições: de 5 a 20/04/2010
CONCURSO DE MONOGRAFIAS
Instituição: Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro
Inscrições: até 03/05/2010
DOUTORADO EM HISTÓRIA
Instituição: Universidade Federal do Ceará (UFC)
Inscrições: até 08/05/2010
MONOGRAFIA DE HISTÓRIA DO PARANÁ
Instituição: Associação Nacional de História do Paraná (ANPUH-PR)
Inscrições: até 15/07/2010
PRÊMIO DE PESQUISA - MEMÓRIAS REVELADAS
Instituição: Arquivo Nacional
Inscrições: até 30/07/2010
PROFESSOR ADJUNTO (2 VAGAS) E PROFESSOR ASSISTENTE (1 VAGA)
Instituição: Universidade Federal de Goiás (UFG)
Inscrições: verificar edital
CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE NA FURG
Instituição: Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Inscrições: de 06 a 16/04/2010
Mais informações


Saiu edital para concurso para professor adjunto de História da América na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Inscrições até 29 de abril. Edital em:http://www.ufrb. edu.br/concursos /index.php/ concursos- para-docentes/ concursos- de-2010/129- concurso- docente-edital- no-012010



Congressos e Eventos:

II ENCONTRO NOVOS PESQUISADORES EM HISTÓRIA
Data: 12 a 15 de abril 2010
Local: Universidade Federal da Bahia
X ENCONTRO NACIONAL DE HISTÓRIA ORAL
Data: 26 a 30 de abril de 2010
Local: Universidade Federal de Pernambuco
III SEMINÁRIO DE HISTÓRIA DO AÇÚCAR - PRODUÇÃO, TRABALHO E ESTRUTURA FUNDIÁRIA
Data: 26 a 30 de abril de 2010
Local: Casa de Cultura Japonesa - USP
I SEMINÁRIO DE PRESERVAÇÃO DE PATRIMÔNIO DOCUMENTAL E ACERVOS CULTURAIS: UM DESAFIO AMAZÔNICO (novo)
Data: 05 a 26 de maio de 2010
Local: Diretoria de Patrimônio e do Arquivo Público do Estado do Pará (APEP)
I SEMINÁRIO CAMINHOS DA ABOLIÇÃO E DO PÓS-ABOLIÇÃO (novo)
Data: 11 a 13 de maio de 2010
Local: Páteo do Collégio
SEMINÁRIO: PRÁTICAS SOCIAIS, NARRATIVAS VISUAIS E RELAÇÕES DE PODER: VISÕES CONTEMPORÂNEAS (novo)
Data: 18 a 20 de maio de 2010
Local: Universidade Federal de Viçosa (UFV)
CONGRESSO INTERNACIONAL: PEQUENA NOBREZA NOS IMPÉRIOS IBÉRICOS DE ANTIGO REGIME
Data: 18 a 21 de maio de 2010
Local: Instituto de Investigação Científica Tropical - Lisboa
V SIMPÓSIO INTERNACIONAL ESTADOS AMERICANOS: O BICENTENÁRIO DAS INDEPENDÊNCIAS (1810-2010)
Data: 8 a 10 de junho 2010
Local: Universidade de Passo Fundo, Campus I
XIII JORNADAS INTERNACIONAIS SOBRE AS MISSÕES JESUÍTICAS: FRONTEIRAS E IDENTIDADES: POVOS INDÍGENAS E MISSÕES RELIGIOSAS
Data: 15 a 18 de junho de 2010
Local: Universidade Federal da Grande Dourados
V SIMPÓSIO ESCRAVIDÃO E MESTIÇAGEM
Data: 15 a 18 de junho de 2010
Local: Universidade Salgado de Oliveira -Niterói
I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESTUDOS SOBRE A ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL
Data: 15 a 18 de junho de 2010
Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte - Campus Natal
I SIMPÓSIO DE HISTÓRIA ORAL E MEMÓRIA: MEMÓRIA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO (novo)
Data: 22 e 23 de junho de 2010
Local: Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP(EACH/USP)
XII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-CE - HISTÓRIA: POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICAS CULTURAIS
Data: 21 a 25 de junho de 2010
Local: Universidade Regional do Cariri -Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Nova Olinda e Assaré
XI SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISADORES DA HISTÓRIA DAS COMUNIDADES TEUTO-BRASILEIRAS (novo)
Data: 01 a 03 de julho de 2010
Local: Salão de Atos da FEEVALE
V SEMINÁRIO DE ESTUDOS MEDIEVAIS - IMAGENS DE JOANA D´ARC: IDADE MÉDIA, CULTURA E REPRESENTAÇÕES (novo)
Data: 12 a 16 de julho de 2010
Local: Faculdade de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
X ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-MS - AS MUITAS (IN)DEPENDÊNCIAS DAS AMÉRICAS: DOIS SÉCULOS DE HISTÓRIA
Data: 13 a 16 de julho de 2010
Local: Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - Campus de Três Lagoas
XVII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-MG - CONHECER, PESQUISAR E ENSINAR HISTÓRIA: O LUGAR DO CONHECIMENTO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO
Data: 18 a 23 de julho de 2010
Local: Universidade Federal de Uberlândia - Campus Santa Mônica
IV CONGRESSO LATINO-AMERICANO IMAGENS DA MORTE
Data: 19 a 23 de julho 2010
Local: Universidade Salgado de Oliveira - Campus Niterói
CICLO DE DEBATES 2010- A PRESENÇA JESUÍTICA NA AMÉRICA PORTUGUESA (novo)Data: 22 a 29 de julho de 2010
Local: Páteo do Collégio
XIV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-PB: HISTÓRIA, MEMÓRIA E COMEMORAÇÕES (novo)
Data: 26 a 29 de julho de 2010
Local: Universidade Federal da Paraíba
X ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-RS: HISTÓRIA E LIBERDADE
Data: 26 a 30 de julho de 2010
Local: Universidade Federal de Santa Maria
V ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-BA: HISTÓRIA E MEMÓRIAS: LUGARES, FRONTEIRAS, FAZERES E POLÍTICAS (novo)
Data: 27 a 30 de julho de 2010
Local: Universidade Católica do Salvador (UCSAL)
IV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-RN: IDENTIDADES NA HISTÓRIA (novo)
Data: 16 a 20 de agosto de 2010
Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
FAZENDO GÊNERO 9 (novo)
Data: 23 a 26 de agosto de 2010
Local: Universidade Federal de Santa Catarina
XIII FÁBRICA DE IDÉIAS: PATRIMÔNIO, MEMÓRIA E IDENTIDADE (novo)
Data: 09 a 27 de agosto de 2010
Local: Universidade Federal da Bahia (UFBA)
XI CONGRÈS INTERNATIONAL DES SCIENCES HISTORIQUES
Data: 22 a 28 de agosto 2010
Local: L'Universiteit van Amsterdam (UvA)
III ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL
Data: 04 e 07 de setembro de 2010
Local: Universidade Federal de Pernambuco
XIII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-SC - HISTÓRIA: DESAFIOS PARA O TEMPO PRESENTE
Data: 05 a 08 de setembro de 2010
Local: Universidade Comunitária da Região de Chapecó – Unochapecó
XX ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-SP: HISTÓRIA E LIBERDADE
Data: 06 a 10 de setembro de 2010
Local: Universidade Estadual de São Paulo - Campus Franca
SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA AMBIENTAL E MIGRAÇÕES (novo)
Data: 13 a 15 de setembro de 2010
Local: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
II CONGRESSO INTERNACIONAL DO NÚCLEO DE ESTUDOS DAS AMÉRICAS: SISTEMAS DE PODER,PLURICULTURALIDADE E INTEGRAÇÃO
Data: 20 a 24 de setembro de 2010
Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL EM MEMÓRIA E PATRIMÔNIO (novo)
Data: 22 a 24 de setembro de 2010
Local: Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
XII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-PR: REGIÕES, IMIGRAÇÕES, IDENTIDADES
Data: 09 a 12 de outubro de 2010
Local: Unicentro - Campus de Irati
IV CONGRESSO NACIONAL DE ARQUIVOLOGIA
Data: 19 a 22 de outubro de 2010
Local: Universidade Federal do Espírito Santo
ENCONTRO DO GT HISTÓRIA DAS RELIGIÕES E RELIGIOSIDADES - ANPUH
Data: 20 a 22 de outubro de 2010
Local: Universidade Federal de Santa Catarina
CIENCIAS, TECNOLOGÍAS Y HUMANIDADES. DIÁLOGO ENTRE LAS DISCIPLINAS DEL CONOCIMIENTO. MIRANDO AL FUTURO DE AMÉRICA LATINA Y EL CARIBE
Data: 29 de outubro a 01 de novembro de 2010
Local: Universidad de Santiago de Chile
Mais informações



Livros

O BRASIL IMPERIAL (VOLUME 1, 2 e 3)
Autores: Keila Grinberg e Ricardo Salles
Editora: Grupo Editorial Record
Editora Impetus lança a obra Serviços Secretos e Democracia no Cone Sul: premissas para uma convivência legítima, eficiente e profissional, no qual a autora lança olhar crítico sobre o processo de reelaboração das agências nacionais de informações/inteligências civis na Argentina, no Brasil e no Chile. Para essa análise, a autora se apoia em duas prerrogativas-chave: a contínua transformação do cenário político internacional que se deu desde o fim da Guerra Fria até os atentados de 11 de setembro de 2001 e de que forma as transições para o regime democrático afetaram o processo de redesenho institucional dessas agências.
Autora: Priscila Brandão
Editoria Impetus
302 p., R$ 49,00


A escrita da Historia escolar – Memória e Historiografia
Organizadoras: Helenice Rocha, Marcelo Magalhães, Rebeca GontijoEditora: FGV
Os autores aqui reunidos estudam tanto a história que foi destinada à escola como a história construída na própria escola. Na confluência das experiências do ofício do historiador e do professor de história abrem-se novas possibilidades para o debate historiográfico. Invertendo análises tradicionais, a aula de história é lida como um texto, o professor é também autor. E o leitor, não mais um mero receptador, se apropria do que lê: todos movimentando e inventando novos significados para a escrita da história.
Apresentação Daniel Aarão Reis
Introdução A aula como texto: historiografia e ensino de história
Rebeca Gontijo, Helenice Rocha e Marcelo de Souza Magalhães



AO SUL DA HISTÓRIA – LAVRADORES POBRES NA CRISE DO TRABALHO ESCRAVO Autor: Hebe Mattos
Editora: FGV
Este é um estudo de caso em história agrária que se detêm na análise da organização rural do atual município de Silva Jardim, no estado do Rio de Janeiro, denominado Capivary no século XIX. O texto é uma versão ligeiramente modificada do publicado em 1987, incluindo algumas partes inéditas da dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal Fluminense em outubro de 1985, e 22 anos depois de sua primeira edição, continua sendo leitura obrigatória.
Parte I - Ensino de história e historiografia
Parte II - Temas e problemas
Parte III - Linguagens na escrita da história
Parte IV - O livro didático: leituras e usos.


Chamada de artigos:

PORTUGUESE STUDIES REVIEW (novo)
Tema: Iconografia e História: artesãos, artífices, artistas e o Brasil (séculos XVII a XIX)
Prazo: 30/04/2010
REVISTA HORIZONTE
Tema:O pensamento Pós-Metafísico e o discurso dobre Deus
Prazo: 30/04/2010
REVISTA ANPHLAC (novo)
Tema: Nas Américas, sobre as Américas: redes de conhecimento e circulação de idéias
Prazo: 30/04/2010
REVISTA CRÍTICA HISTÓRICA (novo)
Tema: Especial de Lançamento
Prazo: 15/05/2010
Tema: Movimentos Sociais
Prazo: 01/07/2010
REVISTA TEMÁTICAS
Tema: Pensamento Conservador e Modernidade
Prazo: 31/05/2010
REVISTA MOSAICO
Tema: História, Literatura e Fronteiras
Prazo: 31/05/2010
REVISTA TEORIA DA HISTÓRIA (novo)
Tema: Acesse o site
Prazo: 31/05/2010
REVISTA PROJETO HISTÓRIA
Tema:Patrimônio e Cultura Material / nº40 (Janeiro/Junho/2010)
Prazo: 05/2010
REVISTA HISTÓRIA
Tema: História e Militarismo
Prazo: 30/07/2010
REVISTA CONTRA A CORRENTE
Tema: O Partido dos Trabalhadores e a crise da esquerda
Prazo: 28/08/2010
REVISTA FRONTEIRAS
Tema: História dos Esportes
Prazo: 30/09/2010
REVISTA ESTUDOS HISTÓRICOS FGV
Tema: Estados nacionais. Globalização - nº 46 (02/2010)
Prazo: 30/06/2010
REVISTA DE GEOPOLÍTICA (novo)
Tema: Acesse o site
Prazo: 30/09/2010
REVISTACPC
Tema: Patrimônio cultural
Prazo: 05 a 10/2010
REVISTA ALMANACK BRAZILIENSE
Tema: O processo de formação dos Estados nacionais entre os séculos XVIII e XIX.
Prazo: fluxo contínuo de recebimento e avaliação de textos

1 Comentários:

  • Às 3:12 PM , Anonymous Angelica Gontijo disse...

    Querido professor, tenho acompanhado o boletim e dado uma atenção especial a greve dos professores de São Paulo, mas não tenho visto
    sobre a greve dos professores e educadores de BH (sim professores são um grupo e educadores são outro, conforme a prefeitura).
    A prefeitura até agora não negociou e entrou na justiça para forçar a categoria a voltar para a sala de aula sem acordo. Os profissionais estão
    sendo tratados com total falta de respeito tanto pela mídia quanto pelo prefeito que teima em dizer que desconhece as reivindicações.
    A situação está cada vez mais vergonhosa e preocupante, muitos bons profissionais já estão se desligando da prefeitura ou querendo se desligar.
    Muitos ainda ficam porque amam lecionar, mas não sei até quando o amor vai bastar.


    Abraços
    Angélica

     

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